Vídeo: encomenda com tirzepatida é apreendida dentro de presídio em Ipatinga

Ampolas de tirzepatida de origem estrangeira, sem fiscalização e autorização para comercialização no Brasil, foram encontradas em encomenda destinada a detento no Ceresp do bairro Veneza. Polícia Militar e Polícia Civil acompanham o caso.

28/01/2026 às 07:00 por Redação Plox

Uma encomenda contendo ampolas de tirzepatida foi apreendida pela Polícia Militar no Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) de Ipatinga, no bairro Veneza, na tarde desta segunda-feira (26).
O pacote, enviado de forma irregular, teria como destino um detento custodiado na unidade.

A tirzepatida é um medicamento utilizado em tratamentos para diabetes e emagrecimento.

A tirzepatida é um medicamento utilizado em tratamentos para diabetes e emagrecimento.

Foto: Ilustrativa./ Redes Sociais


A apreensão ocorreu após a direção do Ceresp identificar divergências no nome do destinatário durante a conferência de correspondências. Diante da suspeita, a Polícia Militar foi acionada, e a encomenda acabou aberta por agentes penitenciários, conforme o protocolo interno. Dentro do pacote, foram encontradas caixas com ampolas da substância.


 

Vídeo:PLOX

Produto estrangeiro e sem autorização

De acordo com a Polícia Militar, o material é de origem estrangeira, não passou por fiscalização e não possui autorização para comercialização no Brasil na forma em que foi encontrado. A tirzepatida é um medicamento utilizado em tratamentos para diabetes e emagrecimento.

Detento é responsabilizado e caso segue para investigação

O detento apontado como responsável pela encomenda recebeu voz de prisão, foi informado sobre seus direitos constitucionais e optou por permanecer em silêncio. Após o registro da ocorrência, ele e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, que dará continuidade às investigações.

Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) informou que um homem chegou a comparecer ao Ceresp para tentar retirar a correspondência, mas não apresentou documentação que justificasse a posse do material, motivo pelo qual a Polícia Militar foi acionada.

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