Datafolha: reprovação ao governo Lula alcança 39%, aprovação fica em 30%
Pesquisa ouviu 2.004 pessoas em maio e indica estabilidade em relação a abril; 29% avaliam como regular.
A Fifa aprovou por unanimidade, nesta terça-feira, duas mudanças nas regras disciplinares do futebol. Uma delas prevê cartão vermelho para o jogador que cobrir a boca em situação de confronto, medida que busca coibir comportamentos discriminatórios em campo.
Reunião especial da International Board da Fifa trouxe duas novidades —
Foto: Divulgação/FIFA
Pela nova determinação, o ato de cobrir a boca durante uma discussão ou confronto passa a ser punido com expulsão. Segundo a entidade, a iniciativa tem como foco desestimular atitudes discriminatórias e dificultar que ofensas sejam proferidas sem possibilidade de identificação.
A outra mudança aprovada estabelece cartão vermelho para jogadores que abandonarem o campo em protesto contra decisões da arbitragem. A regra também se estende a membros de comissões técnicas.
Nos casos em que o protesto resulte em abandono coletivo de uma equipe, a punição prevista é a derrota por WO.
As novidades foram aprovadas durante uma reunião especial da International Football Association Board (IFAB), realizada em Vancouver, no Canadá. As 48 seleções participantes da Copa do Mundo de 2026 serão informadas sobre as novas determinações.
No início de 2026, Vini Jr. e Mbappé acusaram Prestianni, do Benfica, de racismo. De acordo com o relato, o argentino, após protestar contra a comemoração do camisa 7 brasileiro, tapou a boca e o ofendeu.
Mbappé afirmou que Prestianni chamou Vini de "macaco" por pelo menos cinco vezes.
Já em relação ao abandono de campo, a seleção de Senegal deixou o gramado durante a final da Copa Africana de Nações, após a marcação de um pênalti considerado duvidoso para Marrocos.
Jogadores de Senegal começaram a deixar o campo após pênalti duvidoso marcado para Marrocos.
Foto: Ulrik Pedersen/NurPhoto via Getty Images
Convencido por Sadio Mané, o time voltou, venceu por 1 a 0 na prorrogação e chegou a comemorar o título, mas posteriormente Senegal perdeu a taça por decisão jurídica.