PF deflagra operação nacional contra abuso sexual infantil e cumpre 159 mandados
Ação ocorre nesta terça (28) em todos os estados e no DF, com 16 mandados de prisão e foco em identificar e prender suspeitos de crimes contra crianças e adolescentes.
A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo confirmou nesta terça-feira (28) o segundo caso importado de sarampo no território paulista. Segundo a pasta, trata-se de um homem de 42 anos, morador da Guatemala, com histórico de vacinação.
O caso foi identificado no final de março, na cidade de São Paulo, e posteriormente confirmado por exames laboratoriais. O estado de saúde do paciente não foi informado.
Segundo caso importado de sarampo é confirmado no Estado de São Paulo.
Foto: Divulgação/Josué Damacena (IOC/Fiocruz)
Este é o segundo caso importado da doença registrado no estado em 2026, o que significa que não há transmissão local do vírus, de acordo com a caracterização do caso. O primeiro registro do ano foi o de um bebê de seis meses, que não havia sido vacinado e esteve na Bolívia em janeiro.
Em todo o ano passado, São Paulo registrou dois casos importados de sarampo.
De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), países das Américas continuam enfrentando a doença. No ano passado, foram confirmados 14.767 registros de sarampo em 13 países da região.
Somente neste ano, foram confirmados 15,3 mil casos, com México, Guatemala, Estados Unidos e Canadá concentrando a maioria das ocorrências.
O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa e já esteve entre as principais causas de mortalidade infantil no mundo. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar.
O vírus se espalha com facilidade: uma pessoa infectada pode transmitir a doença para 90% das pessoas próximas que não estejam imunes. Por isso, a vacinação é considerada essencial e segue como a principal forma de prevenção.
Entre os principais sintomas estão manchas vermelhas no corpo e febre alta, acima de 38,5ºC, acompanhada de tosse, conjuntivite, nariz escorrendo ou mal-estar intenso.
Os casos podem evoluir para complicações graves, como diarreia intensa, infecções de ouvido, cegueira, pneumonia e encefalite (inflamação do cérebro). Algumas dessas complicações podem ser fatais.
A vacinação contra o sarampo integra o Calendário Nacional de Vacinação. A primeira dose deve ser aplicada aos 12 meses de idade, com a tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), e a segunda aos 15 meses, com a tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela).