PF deflagra operação nacional contra abuso sexual infantil e cumpre 159 mandados
Ação ocorre nesta terça (28) em todos os estados e no DF, com 16 mandados de prisão e foco em identificar e prender suspeitos de crimes contra crianças e adolescentes.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de feminicídio e fraude processual, será julgado pela Justiça comum, no Tribunal do Júri — e não pela Justiça Militar.
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Ele é réu pela morte da esposa, a soldado da PM Gisele Alves Santana, de 32 anos. Ela foi encontrada morta com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento onde o casal morava, no Brás, região central de São Paulo.

Foto: Rede Social
A discussão no processo era sobre quem tinha competência para conduzir a ação. O STJ entendeu que não se trata de crime militar.
Com a decisão, o caso seguirá para a 5ª Vara do Júri de São Paulo. No Tribunal do Júri, sete jurados vão ouvir acusação e defesa e decidir pela condenação ou absolvição.

Foto: Rede Social
A família de Gisele afirma que recebeu a decisão com alívio.
A defesa do tenente-coronel sustenta que ela teria cometido suicídio. No entanto, segundo a investigação, laudos e mensagens trocadas pelo casal apontam para a suspeita de feminicídio.
A denúncia do Ministério Público já foi aceita pela Justiça comum e, desde então, ele está preso no presídio militar Romão Gomes, na zona norte da capital.
Agora, a próxima etapa do caso é a fase de instrução, quando testemunhas são ouvidas e as provas são aprofundadas, antes do julgamento.