São Paulo confirma 14º caso de sarampo em 2026; paciente é bebê não vacinado

Criança com menos de 1 ano mora na capital. Secretaria recomenda dose extra da tríplice viral para bebês em três cidades.

28/07/2026 às 21:16 por Redação Plox

O estado de São Paulo confirmou o 14º caso de sarampo registrado em 2026. O paciente é um bebê do sexo masculino, com menos de 1 ano, morador da capital paulista e sem vacinação contra a doença, informou a Secretaria de Estado da Saúde. ([]())

Vacinação contra o sarampo

Vacinação contra o sarampo

Foto: Freepik


Os casos identificados neste ano no estado envolvem crianças de até 2 anos e adultos entre 20 e 50 anos. A Secretaria da Saúde reforçou o alerta para que famílias, adolescentes e adultos procurem as unidades de saúde para verificar e atualizar a caderneta de vacinação. ([]())

Dose extra para bebês em três cidades

Como medida adicional de proteção, a pasta mantém a recomendação da chamada dose zero da vacina tríplice viral para bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias que vivem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

A dose antecipada não substitui as aplicações previstas no calendário de rotina. A orientação é que a criança receba a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e complete o esquema aos 15 meses, conforme a indicação do serviço de saúde.

Cobertura está abaixo da meta

Dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde apontam que a cobertura da primeira dose da tríplice viral está em 77,5% em 2026, enquanto a segunda alcança 65,5%. A meta é atingir 95% de cobertura nas duas etapas.

A tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola e é ofertada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Em situações de maior risco de circulação do vírus, crianças entre 6 e 11 meses podem receber a dose extra, sem prejuízo das doses regulares previstas posteriormente.

O sarampo é uma doença de alta transmissibilidade, e a vacinação é a principal medida de prevenção. Pais e responsáveis devem conferir a situação vacinal das crianças, enquanto pessoas com esquema incompleto devem buscar orientação em uma unidade de saúde.

Compartilhar a notícia

V e j a A g o r a