PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
O estado de São Paulo confirmou o 14º caso de sarampo registrado em 2026. O paciente é um bebê do sexo masculino, com menos de 1 ano, morador da capital paulista e sem vacinação contra a doença, informou a Secretaria de Estado da Saúde. ([]())
Vacinação contra o sarampo
Foto: Freepik
Os casos identificados neste ano no estado envolvem crianças de até 2 anos e adultos entre 20 e 50 anos. A Secretaria da Saúde reforçou o alerta para que famílias, adolescentes e adultos procurem as unidades de saúde para verificar e atualizar a caderneta de vacinação. ([]())
Como medida adicional de proteção, a pasta mantém a recomendação da chamada dose zero da vacina tríplice viral para bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias que vivem nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.
A dose antecipada não substitui as aplicações previstas no calendário de rotina. A orientação é que a criança receba a primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e complete o esquema aos 15 meses, conforme a indicação do serviço de saúde.
Dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde apontam que a cobertura da primeira dose da tríplice viral está em 77,5% em 2026, enquanto a segunda alcança 65,5%. A meta é atingir 95% de cobertura nas duas etapas.
A tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola e é ofertada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Em situações de maior risco de circulação do vírus, crianças entre 6 e 11 meses podem receber a dose extra, sem prejuízo das doses regulares previstas posteriormente.
O sarampo é uma doença de alta transmissibilidade, e a vacinação é a principal medida de prevenção. Pais e responsáveis devem conferir a situação vacinal das crianças, enquanto pessoas com esquema incompleto devem buscar orientação em uma unidade de saúde.