Presidente da Usiminas fala sobre necessidade de política antidumping
Plano foi apresentado pelo presidente Marcelo Chara em meio a alerta sobre pressão competitiva do aço chinês e necessidade de reforçar a competitividade da operação no Brasil.
Na manhã de segunda-feira (28), a Polícia Federal deflagrou a operação denominada "Correntes não Visíveis" para combater o tráfico de mulheres brasileiras destinadas à prostituição na Itália. A operação foi realizada com o propósito de cumprir três mandados de busca e apreensão expedidos pela 12ª Vara da Justiça Federal nas cidades de Fortaleza (CE), Caucaia (CE) e Carpina (PE).

Investigações e descobertas
As investigações, conduzidas pela PF, revelaram indícios de que mulheres eram arregimentadas no Ceará e enviadas à Itália para serem exploradas sexualmente. Além da prostituição, as vítimas enfrentavam condições de trabalho forçado, restrições alimentares e dívidas impagáveis. Em alguns casos, suspeitos utilizavam armas de fogo para coagir as vítimas. Estas ações podem ser caracterizadas como tráfico internacional de pessoas, favorecimento à prostituição e rufianismo, crimes que, somados, podem resultar em uma pena de até 25 anos de prisão. Essa penalidade ainda pode ser agravada conforme a análise do material apreendido durante a operação.
Contextualização da operação
O nome "Correntes não Visíveis" foi derivado de um trecho da representação policial feita à Justiça solicitando medidas restritivas. A escolha deste nome destaca o caráter subjugador e clandestino do esquema criminoso investigado.
As autoridades continuam trabalhando para delimitar as responsabilidades dos envolvidos e identificar outras possíveis vítimas do esquema. É um esforço contínuo da Polícia Federal para combater o tráfico de pessoas e proteger os direitos humanos das vítimas.