Homem suspeito de estuprar filha é preso em Timóteo
Polícia Civil prende em Timóteo pai suspeito de violentar a filha em São José do Goiabal
Por Plox
28/08/2025 19h34 - Atualizado há 3 dias
Um homem, de 44 anos, foi preso em Timóteo suspeito de estuprar a filha desde a infância à adolescência. O crime foi cometido no município de São José do Goiabal, onde a família morava. A informação foi divulgada pela Polícia Civil nesta quinta-feira (28). Veja os detalhes na Live.
A operação foi deflagrada pelas Delegacias de São Domingos do Prata e de Timóteo, coordenada pelos delegados Raphael Machado e Valdimara Teixeira. Ele é investigado por estupro de vulnerável. De acordo com a polícia civil, os abusos teriam começado quando a filha possuía sete anos e durado até seus 14 anos, até que a adolescente decidiu denunciar o caso à polícia, e foram requeridas medidas protetivas de urgência à Justiça. Essa situação se passou no município de São José do Goiabal, onde a família morava.
Ao ficar sabendo das investigações, o suspeito saiu de São José do Goiabal e divulgou que estaria trabalhando no Espírito Santo. Mas, segundo a polícia, isso seria uma farsa para esconder o verdadeiro paradeiro dele, já que ele teria retornado à cidade de origem para ameaçar a filha e suas tutoras.
A equipe da Delegacia de São Domingos do Prata iniciou o rastreamento do investigado, localizado em Timóteo, e o delegado pediu à justiça a decretação da prisão preventiva. No dia 27 ele foi preso, com apoio da Delegacia de Timóteo. Ainda segundo a Polícia Civil, o conduzido tentou fugir pelos fundos de uma casa, em direção a uma área de mata, porém foi capturado pelos policiais civis.
Formalizado o cumprimento do mandado de prisão, o homem foi conduzido ao Presídio de Coronel Fabriciano. O suspeito já havia sido preso em novembro de 2023 pela Delegacia de São Domingos do Prata por envolvimento com tráfico de drogas e associação para o tráfico em São José do Goiabal, além de possuir anotações por posse ilegal de arma de fogo e crimes ambientais.
O Inquérito Policial apura a prática, em tese, dos crimes de estupro de vulnerável e descumprimento de medidas protetivas de urgência, cujas penas máximas somam mais de 27 anos de prisão.