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    Especialista explica como proteger as crianças dos perigos do mundo virtual

    Empreendedor explica sobre ativos de segurança, mas alerta sobre cuidados que pais e responsáveis devem ter para o uso adequado dos mais novos na internet

    Por Plox

    28/10/2021 16h28 - Atualizado há 7 meses

    Tem se tornado cada dia mais comum crianças e adolescentes dizendo que no futuro querem ser influencers digitais. A nova profissão, que trabalha principalmente com produção de conteúdo e ostenta uma vida de luxo e fama, vem ganhando destaque também entre os pequenos.

    Com o avanço da tecnologia e o surgimento de novas plataformas a cada instante, como é possível preparar as crianças para esse mundo digital sem impactar no desenvolvimento e crescimento saudável delas? E mais, como protegê-las dos riscos que o universo online pode oferecer?

    Foto: Reprodução

     

    Para o empreendedor e CEO da agência de marketing A5Mídias,  Aldrin Nery, conciliar avanço tecnológico e segurança será sempre uma batalha de gigantes.

    “Enquanto as plataformas criam meios para proteger dados e a segurança de crianças e adolescentes, hackers e pessoas mal-intencionadas vão tentar burlar a lei, é um processo que vai muito além do mundo digital”, afirma. “Cabe aos pais, responsáveis e toda a sociedade voltar o olhar a esses pequenos usuários e fazer de tudo para tornar esse ambiente mais confortável e seguro para eles”, completa.

    Atualmente, o Instagram, uma das maiores plataformas de interação do planeta, oferece uma tecnologia para bloquear que haja interação entre usuários menores e maiores de idade que não se conheçam. O filtro é uma tentativa de impedir ações de pedófilos, por exemplo, que tentam iniciar a prática criminosa através do chat de mensagens da rede social.

    “Muitas plataformas não permitem que crianças tenham acesso às redes, mas sabemos que essa norma pode ser facilmente quebrada, inclusive por adultos que querem se passar por crianças e adolescentes”, alerta. “A recomendação é sempre supervisionar as redes das crianças, saber com quem elas interagem e, em caso de suspeita ou confirmação de alguma irregularidade, denunciar o perfil criminoso”, finaliza.

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