PF deflagra operação nacional contra abuso sexual infantil e cumpre 159 mandados
Ação ocorre nesta terça (28) em todos os estados e no DF, com 16 mandados de prisão e foco em identificar e prender suspeitos de crimes contra crianças e adolescentes.
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como a “inflação do aluguel”, acelerou em abril deste ano, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (29/4) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
No mês, o indicador ficou em 2,73%, após alta de 0,52% registrada em março. A média das principais projeções do mercado apontava para uma variação de 2,5% do IGP-M em abril.
A alta mensal foi a maior em quase cinco anos, desde maio de 2021, quando o índice avançou 4,1%.
No acumulado do ano, o IGP-M registra alta de 2,93%. Em 12 meses, o avanço é de 0,61%.
O IGP-M é conhecido como “inflação do aluguel” porque serve de base para reajustes de diversos contratos, como os de locação de imóveis.
Foto: Freepik.
Todos os índices registraram influências diretas do conflito geopolítico na região do Estreito de Ormuz, contribuindo, assim, para o avanço do IGP-M. Nos preços ao produtor, o grupo de matérias-primas brutas avançou quase 6%, em decorrência do choque provocado pela guerra. Além disso, observam-se repasses mais relevantes em produtos da cadeia petroquímica, como sacos ou sacolas plásticas para embalagem, itens de grande importância no varejo
Matheus Dias, economista do FGV Ibre
De acordo com a análise, no varejo, os preços ao consumidor ainda refletem de forma significativa o impacto dos combustíveis. Em abril, a gasolina subiu, em média, 6,3%, enquanto o diesel teve alta de 14,9%.
Os custos da construção também seguem pressionados, principalmente pela elevação de materiais como massa de concreto, tubos e conexões de PVC e blocos de concreto, em meio ao repasse de maiores custos de insumos.
O IGP-M é conhecido como “inflação do aluguel” por servir de base para reajustes de diversos contratos, como os de locação de imóveis.
Além de considerar os preços ao consumidor, o índice incorpora a variação de custos de produtos primários, matérias-primas, preços no atacado e insumos da construção civil.