PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
Para 59%, Moraes agiu mal ao impedir visita de Flávio a Bolsonaro, diz Datafolha.
Foto: Reprodução/Fellipe Sampaio/STF
Outros 36% avaliam que o ministro agiu bem, enquanto 2% responderam que ele não agiu bem nem mal. A parcela que não soube responder foi de 4%. O Datafolha ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, em 139 municípios, nos dias 22 e 23 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-01166/2026.
A mesma pesquisa mostra que 59% defendem que Jair Bolsonaro continue cumprindo a pena em prisão domiciliar. Para 35%, o ex-presidente deveria estar em uma unidade prisional, e 6% não souberam responder.
Maioria apoia prisão domiciliar e restrição às redes sociais.
Foto: Reprodução/Ton Molina/STF
O veto ao uso das redes sociais também tem apoio majoritário: 62% concordam que Bolsonaro não deve acessar as plataformas enquanto estiver em prisão domiciliar. Outros 35% defendem que ele possa usar as redes, e 3% não responderam.
Moraes suspendeu as visitas de Flávio Bolsonaro ao pai por 90 dias em decisão tomada em 13 de julho. A medida ocorreu depois que o senador leu e divulgou nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente, na qual Bolsonaro apresentava o filho como seu porta-voz político. Para o ministro, a publicação violou a ordem judicial que proíbe o ex-presidente de utilizar redes sociais diretamente ou por meio de terceiros.
Medida ocorreu depois que o senador leu e divulgou nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente, na qual Bolsonaro apresentava o filho como seu porta-voz político.
Foto: Reprodução/Redes Sociais/FRAME VIDEO
A defesa de Bolsonaro recorreu e argumentou que as restrições atingem direitos de comunicação e convivência familiar. O ex-presidente foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão na ação penal relacionada à tentativa de golpe de Estado. Desde março, ele cumpre prisão domiciliar por razões de saúde, regime mantido pelo Supremo no início de julho.