PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
Empresário morto por engano em barbearia no PR havia parado no local antes de viajar com o filho.
Hugo pretendia seguir para Londrina, no norte do estado, onde participaria com o filho de um evento de arrancada de carros. A mãe acredita que ele encontrou a barbearia durante o trajeto e decidiu entrar porque havia apenas um cliente no local.
Hugo pretendia seguir para Londrina, no norte do estado, onde participaria com o filho de um evento de arrancada de carros.
Foto: Reprodução/Redes Sociais
O crime aconteceu em 19 de junho, por volta das 16h15, em uma barbearia localizada na Avenida Pedro Wosgrau, no bairro Cará-Cará. A Polícia Civil do Paraná concluiu que Hugo foi confundido com o verdadeiro alvo do ataque, que havia deixado o estabelecimento cerca de dez segundos antes da chegada do empresário.
Parada inesperada terminou em ataque.
Foto: Reprodução
Um homem armado entrou no imóvel e efetuou vários disparos. Hugo foi atingido na cabeça e morreu no local. O proprietário da barbearia, João Victor Pereira, foi baleado no tórax, permaneceu hospitalizado por mais de 20 dias e se recupera em casa. A polícia apura se ele foi atacado para evitar que testemunhassem o crime.
Homem armado entrou no imóvel e efetuou vários disparos.
Foto: Reprodução/FRAME VIDEO
O empresário trabalhava no setor da construção civil e havia completado 39 anos dez dias antes de morrer. Ele tinha se casado em 30 de maio com a companheira, com quem mantinha um relacionamento havia cerca de duas décadas, e planejava morar com a família nos Estados Unidos dentro de dois anos.
Na terça-feira (28), a Polícia Civil e a Polícia Militar cumpriram cinco mandados de prisão temporária e cinco de busca e apreensão contra investigados por envolvimento no homicídio e na tentativa de homicídio. Os suspeitos têm entre 19 e 34 anos e são apontados como responsáveis pela organização do ataque, pelo monitoramento do alvo, pelo fornecimento da arma e pelo apoio à fuga.
Os nomes dos investigados não foram divulgados e, por isso, as defesas não foram localizadas. Os materiais apreendidos durante a operação serão analisados, e a Polícia Civil mantém diligências para esclarecer a participação de cada suspeito e concluir o inquérito.