PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
Sistema que provocou tornados no RS avança pelo Paraná, com ventos acima de 80 km/h.
Também foram registradas rajadas de 77,4 km/h em Palmas, 75,6 km/h em Laranjeiras do Sul, 72,7 km/h em Cascavel e no Pico Marumbi, além de 71,6 km/h em Ubiratã. O fenômeno chegou ao território paranaense com intensidade menor que a observada nos estados vizinhos, mas ainda com potencial para chuva forte, granizo, descargas elétricas e danos causados pelo vento.
Em Laranjeiras do Sul, um barracão localizado na Vila Industrial foi destelhado. Parte da cobertura foi lançada sobre uma residência próxima. O Corpo de Bombeiros informou que ninguém ficou ferido. O vídeo que acompanha a reportagem mostra parte dos estragos provocados pela ventania no Paraná.
Barracão é destelhado em Laranjeiras do Sul.
Foto: Divulgação
No Rio Grande do Sul, tornados atingiram Giruá, Senador Salgado Filho e Sete de Setembro, no Noroeste do estado, na terça-feira (28). Casas foram danificadas, árvores caíram e houve registro de pessoas feridas. A Defesa Civil gaúcha já havia alertado para tempestades severas, granizo e ventos superiores a 90 km/h.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém aviso laranja de perigo para tempestades no centro-sul do Paraná, incluindo cidades como Foz do Iguaçu, Cascavel, Guarapuava e Curitiba. A previsão indica chuva acompanhada de trovoadas durante esta quarta-feira, principalmente entre a tarde e a noite.
Centro-sul do Paraná segue em alerta.
Foto: Divulgação
As instabilidades são favorecidas por uma área de baixa pressão sobre o Paraguai e pela circulação de ar quente e úmido sobre o Sul do Brasil. Na quinta-feira (30), a chuva e as trovoadas ainda podem atingir o Oeste do Paraná, enquanto nas demais regiões as precipitações devem ocorrer de forma mais isolada.
Durante temporais, a orientação é evitar áreas alagadas e não permanecer perto de árvores, postes ou estruturas metálicas. Ocorrências podem ser comunicadas à Defesa Civil pelo telefone 199 ou ao Corpo de Bombeiros pelo 193.