Corregedor do TSE suspende bloqueio e libera canal de Janones no WhatsApp
Decisão provisória permite a retomada das atividades do "Exército do Lula"; caso ainda será analisado pelo plenário do TSE.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (28) que o mês de dezembro terá bandeira tarifária amarela, após um período de cobrança extra mais pesada nas contas de luz.
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Foto: Fotorech para Pixabay
A nova classificação representa um custo adicional de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos, abaixo do patamar da bandeira vermelha nível 1 aplicada em novembro. A decisão acompanha as projeções de especialistas do setor elétrico.
Desde agosto, os consumidores vinham enfrentando bandeiras mais caras. Nos meses de agosto e setembro, vigorou a bandeira vermelha patamar 2, a mais onerosa do sistema. Em outubro, houve alívio com a redução para o patamar 1, mantido em novembro até a virada para a bandeira amarela em dezembro.
A Aneel informou que a previsão de chuvas para dezembro é superior à de novembro em grande parte do país, o que contribuiu para a mudança de patamar. Ainda assim, a estimativa é de que o volume de precipitações fique, em geral, abaixo da média histórica para esta época do ano.
Para o início de 2026, a projeção é de bandeira verde, sem cobrança adicional nas contas de luz, desde que as condições de geração se confirmem.
A Aneel alertou que, apesar das perspectivas mais favoráveis, as projeções podem ser revisadas. Entre os fatores de risco está o chamado risco hidrológico (GSF), que pode levar ao acionamento de bandeiras mais caras.
Outro ponto decisivo é o comportamento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD), valor usado para calcular o custo da energia a ser produzida em determinado período. Um aumento desse indicador tende a pressionar o sistema de bandeiras tarifárias.
Com a melhoria nas condições de geração, foi possível migrar da bandeira vermelha patamar 1 para a amarela. Mesmo assim, a Aneel destacou que o uso de usinas termelétricas continua fundamental para garantir o atendimento à demanda em todo o país, o que explica a necessidade de cobrança adicional por meio das bandeiras tarifárias.