STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Uma mala repleta de restos de animais mortos, incluindo uma cabeça decapitada de cachorro, foi apreendida no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, nesta semana. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) identificou a bagagem suspeita por meio dos aparelhos de raio-X, que detectaram material orgânico em seu interior. A mala havia sido despachada da Nigéria e era destinada a uma pessoa que aguardava do lado de fora da área de fiscalização.

Ao abrir a mala, os agentes se depararam com um cenário perturbador: ratos empalados, morcegos, camaleões, cabeças de cobra, bagres secos e uma cabeça de cachorro, além de uma grande quantidade de larvas. O conteúdo foi imediatamente apreendido e encaminhado para incineração, como medida de segurança sanitária.
Segundo o Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), não é incomum que restos orgânicos e animais silvestres sejam encontrados em bagagens nos aeroportos brasileiros. No entanto, esse tipo de material representa um sério risco sanitário, pois pode introduzir pragas e doenças no país caso não passe pelos devidos processos de certificação e tratamento.
A atuação da fiscalização no aeroporto de Guarulhos impediu que essa carga potencialmente perigosa chegasse ao seu destino final, reforçando a importância do controle rigoroso sobre a entrada de produtos de origem animal no Brasil.