Defesa apresenta novo habeas corpus e solicita liberdade de Rêne Júnior, acusado de matar gari em BH

Empresário é acusado de matar o gari Laudemir de Souza Fernandes em 11 de agosto de 2025, em Belo Horizonte; MPMG se manifestou contra a concessão do pedido

30/03/2026 às 09:31 por Redação Plox

A defesa do empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, acusado de matar o gari Laudemir de Souza Fernandes em Belo Horizonte, tenta reverter a prisão preventiva no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) por meio de habeas corpus


Defesa entra com novo habeas corpus e pede que Rêne Júnior, acusado de matar gari em BH, seja solto

Defesa entra com novo habeas corpus e pede que Rêne Júnior, acusado de matar gari em BH, seja solto

Foto: Reprodução/Redes Sociais


Pedido de liberdade é analisado no TJMG

O caso envolve a morte de Laudemir de Souza Fernandes, ocorrida em 11 de agosto de 2025, em Belo Horizonte. Renê da Silva Nogueira Júnior é apontado como acusado no processo e permanece preso preventivamente enquanto a ação penal tramita no âmbito do Tribunal do Júri.

Em dezembro de 2025, o TJMG registrava um habeas corpus apresentado pela defesa.  À época, o MPMG se manifestou pela não concessão da ordem.

Processo segue no Tribunal do Júri

Desta vez, os advogados sustentam que a prisão se baseia em uma “justificativa genérica” e defendem a concessão de liberdade, apontando fatores como primariedade, endereço fixo e bons antecedentes do réu. A solicitação foi confirmada pelo portal de notícias BHAZ por um dos representantes da defesa de Renê, o advogado Thiago Minagé.
Em janeiro, a juíza do 1º Tribunal do Júri de Belo Horizonte, Ana Carolina Rauen Lopes de Souza, decidiu levá-lo a júri popular pela morte do gari, incluindo ainda a acusação de ameaça contra a motorista Eledias Aparecida Rodrigues. Na mesma decisão, a magistrada manteve a prisão preventiva do acusado. A defesa também pediu que o caso tramitasse sob sigilo, mas a solicitação foi rejeitada, sendo mantida a publicidade dos atos processuais.

Repercussão chegou à ALMG

O assassinato de Laudemir também motivou debate público na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que registrou a repercussão do caso e a realização de audiência sobre o tema.

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