Mulher é presa suspeita de matar e decapitar companheiro em apartamento com filhos em Itaquaquecetuba

Paula Ellen Neves da Silva, de 24 anos, disse à polícia que atacou Daniel dos Santos, 32, após alegar ter visto suposto assédio contra um dos filhos; local estava parcialmente limpo e a cabeça foi encontrada em uma mochila

30/03/2026 às 09:24 por Redação Plox

Uma mulher de 24 anos foi presa suspeita de matar e, depois, decapitar o companheiro, de 32, dentro do apartamento onde vivia com dois filhos pequenos, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.

Segundo o registro das autoridades, a suspeita foi identificada como Paula Ellen Neves da Silva. Em depoimento, ela afirmou ter matado Daniel dos Santos após dizer que presenciou um suposto assédio contra um dos filhos.


Mulher matou companheiro a facadas enquanto vítima dormia no sofá. Após decapitar vítima, acusada mandou vídeos a familiares

Mulher matou companheiro a facadas enquanto vítima dormia no sofá. Após decapitar vítima, acusada mandou vídeos a familiares

Foto: Redes sociais/Divulgação.


Relato à polícia aponta suposto assédio e uso de álcool e drogas

De acordo com a versão apresentada pela investigada, o relacionamento com a vítima durava cerca de dois meses. Ela relatou ainda que ambos passaram a noite consumindo álcool e drogas, acompanhados de um amigo da mulher, que teria deixado o local antes do crime.

Após o homicídio, cabeça foi encontrada em mochila

A suspeita disse que, depois do homicídio, decapitou Daniel e arrastou o corpo para o banheiro. Ainda conforme o relato, ela avisou familiares sobre o que havia ocorrido, inclusive com envio de imagens do crime — informação mencionada em depoimento do ex-marido, pai das crianças, à polícia.

Quando a Polícia Militar chegou ao imóvel, o local teria sido parcialmente limpo. A cabeça da vítima foi encontrada dentro de uma mochila, segundo as informações do caso.

Investigação apura homicídio e possível ocultação de cadáver

A Polícia Civil investiga a ocorrência como homicídio, fraude processual e destruição e/ou ocultação de cadáver. O delegado responsável pediu à Justiça a conversão da prisão em flagrante em preventiva, ao afirmar que não identificou elementos suficientes para caracterizar legítima defesa.

Até a publicação desta matéria, não havia informação oficial confirmando se as crianças presenciaram o crime.

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