Flávio Bolsonaro reúne aliados em mansão no Lago Sul após Senado barrar indicação de Jorge Messias ao STF

Encontro em Brasília teve futebol society, churrasco e bolo do Vasco; participantes relataram clima de comemoração pela vitória da oposição e pelo aniversário do senador

30/04/2026 às 12:45 por Redação Plox

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recebeu senadores e deputados no QG de sua pré-campanha — uma mansão no Lago Sul, em Brasília — na noite de quarta-feira (29), horas após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Futebol, churrasco e clima de comemoração

Os parlamentares jogaram partidas de futebol e foram recebidos para um churrasco. Segundo relatos de presentes, o encontro foi tratado como uma celebração dupla da oposição: a vitória no Senado diante do governo e o aniversário de Flávio Bolsonaro, comemorado nesta quinta-feira (30).

Encontro aconteceu no QG da pré-campanha do senador e marcou também a celebração do seu aniversário.

Encontro aconteceu no QG da pré-campanha do senador e marcou também a celebração do seu aniversário.

Foto: Reprodução / Agência Senado.



Entre os participantes estavam os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Jorge Seif (PL-SC) e Izalci Lucas (PL-DF), além dos deputados Guilherme Derrite (PP-SP) e Eduardo Pazuello (PL-RJ). Também compareceu Carlos Bolsonaro, irmão do pré-candidato. Ao todo, os congressistas formaram cinco times de futebol society.

Bolo com o emblema do Vasco e festa até a madrugada

Ao fim das partidas, Flávio cortou um bolo de aniversário caracterizado com o emblema do Vasco da Gama. Vestindo a camisa do clube, o senador cantou o tradicional “grito da casaca” após o “parabéns”, segundo a reportagem. A celebração se estendeu até 1h da madrugada.

Rejeição de Jorge Messias surpreende até a oposição

 O resultado da votação — com oito votos faltantes — surpreendeu até mesmo a oposição ao governo.


O Senado rejeitou a indicação do advogado-geral da União (AGU) por 42 votos a 34. Para aprovação no plenário, eram necessários ao menos 41 votos. Em Brasília, a derrota é avaliada como a maior do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

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