Brasil empata com Marrocos na estreia da Copa do Mundo de 2026, e desempenho preocupa
Em Nova Jersey, seleção saiu atrás com Ismael Saibari e buscou o 1 a 1 com jogada individual de Vinícius Júnior; próxima partida será contra o Haiti.
A Polícia Civil de São Paulo investiga se dívidas relacionadas ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro podem ter motivado a morte de três homens encontrados enterrados em um cemitério clandestino na região de Heliópolis, na Zona Sul da capital. A apuração é conduzida pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e considera a hipótese de participação do crime organizado no caso.
Os corpos foram localizados entre segunda (25/05/2026) e terça-feira (26/05/2026), em uma área de mata usada pela Sabesp, nas proximidades dos chamados “prédios redondos”, em Cidade Nova Heliópolis. No local, um quarto corpo também foi encontrado e, até a última atualização divulgada por autoridades e veículos que acompanham o caso, seguia sem identificação.
Polícia Civil de São Paulo investiga se dívidas relacionadas ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro podem ter motivado a morte de três homens encontrados enterrados em um cemitério clandestino.
Foto: Reprodução/FRAME TV
As vítimas identificadas na investigação são Jonas Barros de Oliveira, de 25 anos, conhecido como MC GG ou “Gigante”; Francisco Rubens Sousa Cruz, de 46 anos; e Werlen Moitinho Vieira, apontado como gerente da produtora de funk e rap DamassaClan. A polícia apura a relação entre o desaparecimento do grupo e a atuação de criminosos na região.
De acordo com a linha investigativa em curso, os três teriam desaparecido entre 21 e 22 de maio e podem ter sido levados a um “tribunal do crime” — expressão usada para julgamentos clandestinos atribuídos a facções. A polícia tem colhido depoimentos e analisado materiais apreendidos para esclarecer a dinâmica e a motivação do crime.
As vítimas identificadas na investigação são Jonas Barros de Oliveira, de 25 anos, conhecido como MC GG ou “Gigante”; Francisco Rubens Sousa Cruz, de 46 anos; e Werlen Moitinho Vieira.
Foto: Reprodução/FRAME TV
Relatos associados ao boletim de ocorrência e informações divulgadas na cobertura do caso indicam que os corpos estavam em avançado estado de decomposição, o que dificultou verificações iniciais no local e exigiu trabalho pericial para identificação. O DHPP trata o caso como homicídio e mantém diligências para identificar a quarta vítima e apontar os responsáveis.
A investigação segue em andamento, e eventuais vínculos com organizações criminosas, assim como a hipótese de cobrança de dívidas envolvendo tráfico e lavagem de dinheiro, continuam sob análise pelas equipes do DHPP.