Nico Williams entrega medalha à mãe após ajudar Espanha a conquistar Copa do Mundo
Atacante participou do gol decisivo de Ferran Torres na vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação.
SUS terá R$ 9,8 bilhões para enfrentar El Niño, calor extremo e desastres climáticos.
Foto: Divulgação/Ministério de Saúde
A estratégia reúne ações de prevenção, monitoramento e resposta a situações como ondas de calor, secas, incêndios florestais, enchentes e deslizamentos. O planejamento inclui integração com estados, municípios e Defesa Civil, mobilização de equipes de saúde, reforço de medicamentos, vacinas e água potável, além da reconstrução de serviços atingidos.
Estratégia reúne ações de prevenção, monitoramento e resposta a situações como ondas de calor, secas, incêndios florestais, enchentes e deslizamentos.
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
O governo pretende instalar oito Centros de Informação em Saúde e Clima em Belo Horizonte, Belém, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Santarém e na Bahia. A implantação da rede começa nesta quarta-feira (1º), com investimento inicial de R$ 9 milhões em equipamentos, estrutura e formação de equipes.
Governo pretende instalar oito Centros de Informação em Saúde e Clima.
Foto: Divulgação/Agência Fio Cruz de Notícias
Esses centros deverão reunir informações meteorológicas, epidemiológicas, demográficas e socioeconômicas para identificar áreas de maior risco e orientar alertas à população. As unidades terão profissionais como meteorologistas, epidemiologistas, geógrafos e cientistas de dados.
A Força Nacional do SUS também será ampliada com oito bases regionais, previstas para entrar em operação até 2027. A meta é permitir que equipes especializadas cheguem a qualquer emergência no país em até 12 horas e iniciem uma resposta compatível com a gravidade do desastre nas primeiras 72 horas.
Outra medida é o Painel Nacional de Monitoramento e Previsão de Excesso de Calor e Equidade em Saúde. A plataforma oferecerá previsões de risco para os 5.570 municípios brasileiros com até cinco dias de antecedência, cruzando dados meteorológicos com indicadores de vulnerabilidade social.
O Ministério da Saúde reforçou que idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas e trabalhadores expostos ao sol estão entre os grupos mais vulneráveis. As orientações incluem aumentar a ingestão de água, evitar o sol entre 10h e 16h e reduzir esforços físicos durante períodos de calor intenso.
A preocupação é reforçada por um estudo divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz, que associou cerca de 120 mil mortes no Brasil às ondas de calor entre 2000 e 2019. Para 2026 e 2027, o governo projeta riscos diferentes entre as regiões, como seca e incêndios na Amazônia, calor e chuvas irregulares no Sudeste e enchentes e deslizamentos no Sul.