PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
A Dívida Pública Federal (DPF) aumentou 2,61% em junho e alcançou R$ 9,268 trilhões. O estoque era de R$ 9,033 trilhões em maio, o que representa crescimento de R$ 235,7 bilhões em um mês, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quarta-feira (29).
Dinheiro (imagem ilustrativa)
Foto: Pixabay
O avanço foi provocado por uma emissão líquida de R$ 142,25 bilhões — diferença entre os títulos emitidos e os resgatados — e pela incorporação de R$ 93,48 bilhões em juros ao saldo da dívida. A parcela interna aumentou de R$ 8,692 trilhões para R$ 8,921 trilhões, enquanto a dívida externa passou de R$ 340,49 bilhões para R$ 347,71 bilhões.
O Tesouro emitiu R$ 149,49 bilhões em títulos da dívida interna durante junho e resgatou R$ 6,14 bilhões. Do total emitido, R$ 102,57 bilhões, equivalentes a 68,61%, estavam vinculados a taxas flutuantes, categoria que inclui os papéis remunerados pela Taxa Selic.
Com as operações, os títulos de taxa flutuante passaram a representar 49,32% da dívida pública. Os papéis corrigidos por índices de preços ficaram com 25,90% do estoque, os prefixados com 21,04% e os vinculados ao câmbio com 3,74%. Os percentuais permanecem dentro dos limites previstos pelo Plano Anual de Financiamento de 2026.
A reserva de liquidez do Tesouro, conhecida como colchão da dívida, cresceu 11,17% e passou de R$ 1,211 trilhão em maio para R$ 1,347 trilhão em junho. O montante é suficiente para cobrir 8,33 meses de vencimentos. Nos próximos 12 meses, devem vencer R$ 1,86 trilhão em títulos, valor equivalente a 20,07% do estoque total.
O prazo médio da dívida caiu de 4,07 para 4,01 anos. Apesar do crescimento registrado em junho, o estoque continua abaixo da faixa de R$ 9,7 trilhões a R$ 10,3 trilhões prevista pelo Tesouro Nacional para o encerramento de 2026.