UPA de Ipatinga, MG, chega a 304% de ocupação e Prefeitura faz novo alerta

Município informou que a alta demanda também pressiona a rede pública de saúde e orientou casos leves a buscarem unidades básicas.

30/07/2026 às 18:43 por Redação Plox

A Unidade de Pronto Atendimento de Ipatinga atingiu 304% de ocupação e permanece em funcionamento muito além da capacidade prevista. A situação levou a Prefeitura a divulgar, nessa quarta-feira (29), um novo comunicado sobre a superlotação — o  quarto alerta emitido pelo município em cerca de um mês.


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Nas redes sociais, a administração municipal informou que a unidade enfrenta procura elevada por atendimentos e opera acima de sua capacidade. O aumento da demanda, segundo a Prefeitura, também impacta o restante da rede pública de saúde.



Mesmo diante da pressão sobre o serviço, as equipes seguem atuando para manter os atendimentos e preservar a segurança dos pacientes. A prioridade é direcionada a casos graves ou com risco iminente.

Medidas para aliviar pressão

Com a ocupação em 304%, a Secretaria Municipal de Saúde colocou em prática medidas para adequar o funcionamento da UPA ao cenário atual. As ações incluem o reforço e a redistribuição dos profissionais, além de mudanças no fluxo de assistência.

A estratégia busca assegurar que a estrutura disponível seja destinada, principalmente, às situações que exigem atendimento de urgência e emergência. A Prefeitura informou que continuará comunicando a população sobre as condições da rede e eventuais novas orientações.


Orientação para quadros simples

O município orienta moradores com sintomas leves ou sem risco imediato a procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima. De acordo com a administração municipal, essa medida ajuda a reduzir a sobrecarga na UPA e mantém o pronto atendimento disponível para ocorrências mais urgentes.


Histórico recente da lotação

O percentual divulgado nesta quinta-feira é superior aos registrados nos comunicados anteriores. Em 11 de julho, a Prefeitura havia informado que a UPA funcionava com 230% da capacidade, enquanto o Hospital Municipal Eliane Martins tinha todos os leitos ocupados.

Antes disso, em 8 de julho, a taxa de ocupação da unidade chegou a 260%. Na ocasião, o município já recomendava que a população recorresse à UPA apenas em situações de urgência e emergência.

O primeiro alerta mencionado no período havia sido divulgado em 28 de junho, quando a Unidade de Pronto Atendimento registrava ocupação de 250%.

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