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Na noite dessa quinta-feira (29), os candidatos à Presidência da República se reuniram na sede da TV Globo para o último debate presidencial do primeiro turno. Com ataques pesados, e muita tensão, o debate ficou marcado pelos muitos pedidos de direito de resposta e, também, pelas interrupções do candidato Padre Kelmon (PTB).
Somente no primeiro bloco, Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) protagonizaram seis direitos de respostas. Quatro do petista e dois do atual presidente. As ofensas continuaram por todo o programa, mas nenhum dos dois candidatos escolheram fazer perguntas um para o outro.

De Jair Bolsonaro partiram acusações contra o petista e, por algumas vezes, o atual presidente usou o termo “ex-presidiário”, além de chamar o adversário de “traidor da pátria”. O presidente ainda disse que o ex-presidente só foi solto porque tinha um “amiguinho no STF”. Por sua vez, Lula afirmou que Bolsonaro é o comandante de quadrilhas e lembrou dos escândalos no Ministério da Educação, na compra das vacinas para a covid e esquemas de rachadinhas envolvendo seus familiares.

Ambos também se chamaram de mentirosos e solicitaram direitos de resposta. Em meio a tudo isso, começou a aparecer o candidato Padre Kelmon rivalizando com Soraya Thronicke (União Brasil). Sem deixar com que o opositor respondesse à pergunta sem ser interrompido, em um dado momento, William Bonner precisou restituir o tempo da candidata e advertiu o padre por descumprir as regras do debate.

"Vou pedir a interrupção do debate só um minuto. Candidato Kelmon, eu não consigo entender, já falei algumas vezes. Você compreendeu que tem regras, concordou com elas e que basta cumpri-las. Quando seu adversário está falando é só o senhor aguardar, o senhor vai ter direito a réplica. É assim que funciona", disse o apresentador.
Tais advertências aconteceram por inúmeras vezes, o que, visivelmente, irritou os candidatos que debatiam com Kelmon. Em sua fala, Soraya afirmou que o candidato do PTB “após o auxílio emergencial, teria ganhado um cargo de cabo eleitoral do presidente”. Ela ainda questionou o sacerdócio do padre e perguntou se ele não teria medo de ir para o inferno.
Líder nas pesquisas, Lula foi o mais atacado, principalmente por Bolsonaro, Ciro (PDT) e Felipe D’Avilla (Novo). Já o atual presidente, sofreu com as retóricas de Soraya e Simone Tebet (MDB).