STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Edilson Amorim dos Santos, de 47 anos, foi preso após confessar ter estuprado e assassinado Sophia Ângela Veloso Silva, uma menina de 11 anos, com 30 facadas. O crime ocorreu na última segunda-feira (27) enquanto a vítima ia para a escola na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio de Janeiro.
Após cometer o crime, Edilson procurou a Igreja Universal para pedir perdão. Segundo relatos, ele atirou o corpo da criança em uma caçamba de lixo antes de se dirigir à igreja. A namorada de Edilson contou à polícia que ele chegou em casa desesperado e desorientado no dia do crime, alegando inicialmente ter disparado contra um colega de trabalho.
Edilson pediu à companheira que o acompanhasse à igreja para "se consertar e pedir perdão a Deus", mas ela recusou. Momentos depois, ele enviou uma foto para ela em frente à instituição religiosa.
Sophia Ângela Veloso Silva foi abordada pelo pedreiro enquanto ia para a escola. Edilson, que é irmão da ex-madrasta da vítima, cometeu o crime brutal e tentou ocultar o cadáver jogando-o em uma caçamba de lixo.
À Polícia Civil, a namorada de Edilson revelou que ele consumia bebidas alcoólicas diariamente e frequentemente demonstrava agressividade. O próprio Edilson confessou o crime às autoridades e agora enfrenta acusações de estupro de vulnerável, homicídio e ocultação de cadáver.
O corpo de Sophia Ângela Veloso Silva foi sepultado nesta quinta-feira (30) no cemitério da Cacuia, também na Ilha do Governador. Em meio ao luto, o pai da vítima, Paulo Sérgio da Silva, expressou sua dor: "Eu não sei como eu vou viver, estou tentando ficar de pé mas não sei como vou fazer. Ele destruiu a minha vida. A gente só vivia rindo. Ela chegava nos lugares e passava o amor que ela tinha para os outros, estava sempre com aquele sorrisão no rosto".