Mulher filmada agredindo estudante em Nova Lima, Minas Gerais, já foi presa em outro caso

Em junho de 2025, ela foi detida sob suspeita de violência contra o ex-companheiro e a ex-sogra, mas foi liberada por decisão judicial.

31/08/2026 às 17:55 por Redação Plox

A mulher de 20 anos registrada em vídeo enquanto agredia uma estudante de 12 anos diante de uma escola municipal de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, já havia sido presa em flagrante em outro caso. Em junho de 2025, ela foi detida sob suspeita de violência contra o ex-companheiro e a ex-sogra, mas acabou liberada por decisão judicial e não recebeu condenação naquele processo.


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Segundo informações da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp), divulgadas pelo BHAZ, Kailane da Silva foi encaminhada ao Presídio de Vespasiano após a ocorrência de 2025. Durante a audiência de custódia, foram determinadas medidas cautelares e protetivas, além da expedição de alvará de soltura.

Restrições judiciais anteriores

As restrições impostas pela Justiça previam que ela deixasse a residência compartilhada com uma das vítimas. Também ficou proibida de se aproximar do ex-companheiro, de parentes dele e de testemunhas, devendo manter distância mínima de 200 metros e evitar qualquer forma de contato.

Há ainda registros de um processo por ameaça contra duas pessoas. A ação foi arquivada em março de 2026: uma das vítimas comunicou que não pretendia seguir com o caso, enquanto a outra não compareceu à audiência. Não foi confirmado se essas pessoas são as mesmas envolvidas na prisão ocorrida em 2025.

Ataque mobiliza investigação

O episódio mais recente aconteceu na sexta-feira (28), na porta de uma escola municipal em Nova Lima. Vídeos mostram a menina no chão, sendo atingida por tapas e socos, além de ter os cabelos puxados. Funcionários da instituição intervieram e interromperam as agressões.

Conforme o registro policial, a situação teria começado após uma brincadeira entre a estudante e o irmão da mulher, que também frequenta a escola. A adolescente teve lesões e traumatismo craniano, precisou de hospitalização e recebeu acompanhamento depois do atendimento.

A Polícia Civil instaurou procedimento para apurar o caso, acompanhado também pelo Conselho Tutelar. Até a tarde de segunda-feira (31), a Polícia Civil de Minas Gerais não havia confirmado a prisão de Kailane em razão da agressão contra a aluna.

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