Brasil empata com Marrocos na estreia da Copa do Mundo de 2026, e desempenho preocupa
Em Nova Jersey, seleção saiu atrás com Ismael Saibari e buscou o 1 a 1 com jogada individual de Vinícius Júnior; próxima partida será contra o Haiti.
O tufão Jangmi avançou pelo sul do Japão e provocou a suspensão de mais de 400 voos nesta segunda-feira (1º), afetando principalmente as ligações aéreas com Okinawa, no extremo sul do país.
Com a chegada do sistema, autoridades emitiram alertas para ventos fortes e chuva intensa, além do risco de deslizamentos, alagamentos e elevação do nível de rios.
O tufão Jangmi avançou pelo sul do Japão e provocou a suspensão de mais de 400 voos nesta segunda-feira (1º).
Foto: Arte criada por inteligência Artificial/Henrique Lacerda/PLOX
A interrupção das operações atingiu aeroportos usados para conectar o arquipélago de Okinawa ao restante do país, como Naha, Ishigaki e Miyako.
Entre as companhias, a All Nippon Airways (ANA) cancelou 104 voos ao longo do dia, enquanto a Japan Airlines (JAL) suspendeu 71 operações.
De acordo com informações divulgadas por veículos locais, ao considerar também outras empresas, o total de cancelamentos chegou a 405 voos nesta segunda-feira.
O impacto no transporte aéreo tende a continuar. A JAL já havia sinalizado novas suspensões para terça-feira (2), e a ANA também estimava cancelamentos adicionais em rotas afetadas pelas condições meteorológicas.
Passageiros foram orientados a verificar a situação diretamente com as companhias antes de seguir para os aeroportos.
A Agência Meteorológica do Japão informou que o fenômeno — chamado no país de Tufão nº 6 — se aproximaria de Okinawa nesta segunda-feira e alcançaria Amami na terça-feira, ainda com uma extensa área de ventos intensos.
Na sequência, a previsão era de deslocamento para nordeste, com possibilidade de aproximação de Kyushu, Shikoku, Kinki, Tokai e Kanto-Koshin, região que inclui Tóquio, até quarta-feira (3).
Em boletim divulgado no domingo (31), a agência reforçou a necessidade de atenção a ventos violentos, ondas elevadas, maré de tempestade e potenciais deslizamentos de terra.
O alerta também inclui alagamentos em áreas baixas, cheias e transbordamentos de rios.
A imprensa local informou que, em partes de Okinawa consideradas mais vulneráveis, foram acionadas ordens de retirada e medidas de abrigo.
Na capital de Okinawa, Naha, houve registro de rajadas fortes durante a passagem do sistema.
As previsões indicavam chuva intensa e ventos capazes de comprometer redes de transporte, fornecimento de energia e serviços locais, sobretudo nas ilhas mais expostas.
As autoridades reiteraram que moradores em áreas com maior risco de deslizamentos, enchentes e maré elevada devem acompanhar comunicados oficiais e evitar deslocamentos desnecessários.
O cenário de perigo é apontado como mais elevado enquanto o tufão avança pelo arquipélago e interage com frentes de chuva sobre o Japão.