Lula lança Brasil Contra o Crime Organizado com pacote de R$ 11 bilhões; ministério depende de PEC
Plano prevê R$ 1 bilhão do Orçamento e R$ 10 bilhões em crédito do BNDES para estados, condicionado à adesão e contratação.
Cláudia Laudineide Machado Cavalcante, ex-manicure do hotel Vila Rica, em Campinas, reafirma que sofreu assédio sexual por parte do técnico Vanderlei Luxemburgo em 1996. O treinador foi inocentado em duas instâncias. Cláudia alega que não teve como vencer o caso na Justiça, pois Luxemburgo estava respaldado por quatro advogados e ela tinha apenas um, que, segundo ela, "não fez nada" por ela.

Palmeiras e Parmalat apoiam Luxemburgo
Na época, o Palmeiras, apoiado pela Parmalat, acreditou na inocência do treinador e ficou ao seu lado. A campanha do clube em 1996 foi excepcional e Luxemburgo montou um time memorável, com destaques como Rivaldo, Djalminha, Cafu, Müller e Luizão. A Parmalat também forneceu assistência jurídica ao técnico.
Luxemburgo declarou à extinta revista Playboy que ganhou todos os processos contra Cláudia. Ele garantiu que estava vestido com o agasalho do Palmeiras quando a manicure entrou no quarto.
Acusação contra Luxemburgo vira filme erótico e técnico entra com processo
A acusação de assédio contra Luxemburgo foi parodiada em um filme erótico produzido pela Brasileirinhas, intitulado "Vanderburgo e a Manicure". O treinador processou a produtora e o filme foi proibido de ser comercializado.
A direção do Corinthians estava ciente desse processo e Luxemburgo alegou ter sido inocentado pela Justiça.
Manicure enfrenta hostilidade e depressão após acusação
Cláudia relata que teve de deixar Campinas após denunciar Luxemburgo, pois os torcedores queriam linchá-la. Ela afirma que ainda sofre com a situação, vivendo com depressão e considerando o ocorrido "uma ferida aberta" e "monstruoso". Luxemburgo evita falar no caso e reitera que foi inocentado pela Justiça.