Brasil empata com Marrocos na estreia da Copa do Mundo de 2026, e desempenho preocupa
Em Nova Jersey, seleção saiu atrás com Ismael Saibari e buscou o 1 a 1 com jogada individual de Vinícius Júnior; próxima partida será contra o Haiti.
Parlamentares da oposição protocolaram, nesta terça-feira (2), uma nova ofensiva contra ministros do governo Lula, chamada de “Impeachmaço 2.0”. A iniciativa é liderada pela deputada federal Carol De Toni (PL-SC) e ocorre depois de a Procuradoria-Geral da República arquivar pedidos anteriores de impeachment apresentados pelo grupo.
Carol de Toni
Foto: Pedro Teixeira/ Ascom PL
Carol de Toni
Foto: Pedro Teixeira/ Ascom PL
A ação retoma uma cobrança feita pela oposição em fevereiro, quando foram protocolados pedidos contra 16 ministros. Na ocasião, os parlamentares alegaram descumprimento do prazo constitucional para resposta a requerimentos de informação enviados pelo Congresso Nacional. O artigo 50 da Constituição prevê que pedidos escritos de informação encaminhados pelas Mesas da Câmara ou do Senado devem ser atendidos em até 30 dias, sob pena de crime de responsabilidade em caso de recusa, não atendimento ou prestação de informações falsas.
De acordo com o novo pedido, a oposição tenta adequar a acusação aos critérios usados pela PGR no arquivamento anterior. Segundo relato publicado pelo Pleno.News, a Procuradoria teria considerado que o atraso, sozinho, não bastaria para caracterizar crime de responsabilidade, exigindo também regularidade no encaminhamento do requerimento, atraso injustificado e indícios de conduta dolosa.
Entre os nomes mencionados está o da ministra da Cultura, Margareth Menezes. Segundo os parlamentares, haveria requerimentos aprovados pela Câmara ainda sem resposta, envolvendo temas como execução de emendas, Lei Rouanet e programas públicos da área cultural. A oposição também aponta atrasos atribuídos a outras pastas, incluindo ministérios comandados por Anielle Franco, Luiz Marinho, Sidônio Palmeira e Vinícius Carvalho.
Carol De Toni afirma que a demora reiterada enfraquece a fiscalização do Legislativo sobre o Executivo. Para a deputada, a discussão não se limita a uma disputa política, mas envolve a efetividade dos instrumentos constitucionais de controle do Congresso sobre atos do governo federal.
Os novos pedidos deverão ser analisados pelos órgãos competentes. Até o momento, não há confirmação de abertura de processo contra os ministros citados, e as acusações representam a posição dos parlamentares da oposição. O governo e os ministros mencionados não tiveram manifestação localizada nas fontes consultadas até a conclusão desta apuração.