Enem 2026 tem inscrições prorrogadas até 12 de junho; pagamento vai até dia 17
Cadastro é feito pela Página do Participante; taxa segue em R$ 85 e pode ser paga até 17 de junho para quem não tem isenção. Provas seguem em 8 e 15 de novembro.
Venda ilegal de canetas emagrecedoras leva à prisão de homem no Rio.
Foto: Redes Sociais
A investigação da Delegacia de Roubos e Furtos começou após informações de inteligência indicarem que um homem anunciava e vendia os produtos por aplicativos de mensagens, sem comprovação de procedência e fora dos canais autorizados. Segundo a Polícia Civil, o objetivo da ação foi interromper a comercialização irregular de substâncias de uso controlado, oferecidas sem controle sanitário.
Desde junho de 2025, farmácias e drogarias devem reter receitas de medicamentos agonistas GLP-1, como Ozempic, Mounjaro e Wegovy.
Foto: Redes Sociais
Durante as diligências, os agentes apreenderam medicamentos, um computador, registros comerciais e documentos que podem ajudar a identificar a origem dos produtos e a rede de distribuição. A polícia apura se outras pessoas participavam da cadeia clandestina de venda.
As apurações apontaram a oferta de substâncias como tirzepatida e retatrutida, medicamentos de alto valor e que exigem prescrição e acompanhamento médico. As publicações, segundo a investigação, indicavam estoque disponível, preços e pronta entrega, características de uma atividade comercial contínua.
A Anvisa já havia determinado a apreensão e a proibição de produtos irregulares à base de tirzepatida e retatrutida, sem registro sanitário. A agência afirma que, por serem itens de origem desconhecida, não há garantia sobre conteúdo, qualidade ou segurança.
Desde junho de 2025, farmácias e drogarias devem reter receitas de medicamentos agonistas GLP-1, como Ozempic, Mounjaro e Wegovy. A venda só pode ocorrer com prescrição em duas vias e retenção da receita pelo estabelecimento, medida adotada após o aumento de eventos adversos relacionados ao uso fora das indicações aprovadas.
A Anvisa também vem ampliando ações de fiscalização contra a importação, manipulação e venda irregular desses medicamentos. Em abril, o órgão anunciou medidas para reforçar a segurança de pacientes e combater problemas como falta de esterilidade, deficiência no controle de qualidade e uso de insumos sem identificação adequada de origem e composição.
As investigações no Rio seguem para rastrear fornecedores, verificar a procedência das canetas apreendidas e identificar outros possíveis envolvidos na distribuição clandestina.