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A estudante Alana Anísio Rosa, de 20 anos, atacada dentro de casa em São Gonçalo (RJ) após recusar um relacionamento, apresentou melhora no quadro clínico e, segundo a família, voltou a lembrar o que aconteceu no dia do crime. A mãe relata que a jovem contou ter sido agredida com socos e chutes na cabeça antes de levar diversas facadas. O suspeito, identificado como Luiz Felipe Sampaio, de 22 anos, foi preso, e o caso é investigado como tentativa de feminicídio.
Caso Alana: jovem esfaqueada mais de 30 vezes após recusar namoro acorda do coma no RJ
Foto: Reprodução/ Redes sociais
O ataque ocorreu em 6 de fevereiro de 2026, no bairro Galo Branco, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. De acordo com relatos publicados pela imprensa, o agressor teria invadido a casa e desferido golpes de faca em Alana após insistir por um relacionamento não correspondido.
A jovem foi internada em estado grave e chegou a ficar em coma induzido. Em seguida, a família informou que ela saiu do coma e permanece em recuperação no hospital.
Em nova atualização divulgada em 2 de março de 2026, a mãe contou que Alana passou a se alimentar sem sonda e conseguiu relatar detalhes do ataque, incluindo as agressões físicas sofridas antes das facadas. O relato da vítima, repassado pela família, reforça a brutalidade do ataque após a recusa ao namoro.
Segundo reportagens locais, a ocorrência foi atendida por policiais militares e o caso encaminhado à 73ª DP (Neves), responsável pelos registros iniciais e pela apuração do episódio.
A imprensa também informa que o suspeito foi preso e teve a prisão mantida, com conversão para preventiva, enquanto o processo segue sob segredo de Justiça, o que restringe a divulgação de detalhes formais sobre o inquérito e a ação penal.
Até a última atualização disponível, não havia divulgação pública de um depoimento formal de Alana às autoridades. O que veio a público é o relato feito pela jovem à mãe, que foi repassado à imprensa.
O caso de Alana expõe o risco de escalada da violência em situações de insistência e perseguição após a recusa a um relacionamento. Comportamentos como abordagens repetidas, rondas e invasão de privacidade costumam estar associados ao crime de stalking e a tentativas de feminicídio.
Em casos de ameaça ou perseguição, a orientação é buscar ajuda e registrar os episódios o quanto antes.
Entre os canais de atendimento estão:
Reunir evidências e formalizar a denúncia é apontado como passo fundamental para interromper o ciclo de violência e acionar mecanismos de proteção.
A tendência é que a investigação avance com a consolidação de laudos e prontuários médicos, oitivas complementares de familiares, vizinhos e testemunhas, além de um eventual depoimento de Alana, quando houver condições clínicas e autorização médica.
Na sequência, deve ser feita a definição do enquadramento final e o andamento do processo, que pode continuar com restrições de publicidade por envolver violência contra a mulher e dados sensíveis.