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    TJMG suspende liminar e garante funcionamento do Hospital Dr José Maria Morais

    De acordo com a Prefeitura de Fabriciano, “o pedido ocorreu após relatos inverídicos e tendenciosos da Superintendência Regional de Saúde (SRS-MG)”

    Por Plox

    03/08/2020 10h49 - Atualizado há cerca de 1 ano

    O Tribunal de Justiça de Minas Gerais, dada a urgência e a total desnecessidade da medida, neste plantão de domingo (2), suspendeu a liminar deferida a pedido do Ministério Público que pleiteava a interdição total dos leitos de UTI Covid e clínicos do Hospital Dr. José Maria Morais.
     
    De acordo com a Prefeitura de Fabriciano, “o pedido ocorreu após relatos inverídicos e tendenciosos da Superintendência Regional de Saúde (SRS-MG)”.
     
    Na decisão, a desembargadora de plantão Dra. Sandra Fonseca afirma que o Hospital Dr José Maria Morais, “há plenas e total condições de acolhimento integral contando com máquinas de hemodiálise e diálise em pleno funcionamento para os pacientes em UTI Covid”.

    UTI Fabriciano- DivulgaçãoFoto: Divulgação PMCF


     
    Conforme explicou a administração municipal, as determinações contidas na decisão já vinham sendo cumpridas pelo município e, que inobstante a dívida do Estado de Minas Gerais na órbita de R$ 12 milhões só com o Hospital Dr. José Maria Morais, adquiriu três máquinas de hemodiálise na semana que se passou, aguardando apenas a entrega das mesmas.
     
    Segundo a Prefeitura, a equipe do hospital é a mais completa possível para um hospital de média complexidade que não é referência em nefrologia; atualmente o HJMM conta com dois nefrologistas do mais alto gabarito.

    Hospital Fabriciano- DivulgaçãoFoto: Divulgação PMCF


     
    Palavras do Prefeito
     
    Neste domingo (2), o prefeito Marcos Vinícius visitou a ala de UTI Covid do hospital e mostrou o funcionamento dos equipamentos, um deles a máquina de hemodiálise, foco das supostas denúncias. O chefe do Executivo ainda fez duras críticas à oposição e a Secretaria Regional de Saúde. Ele ainda afirmou que o Ministério Público se baseou em denúncias anônimas e não verificou os fatos. “Quem plantou o factoide foi a mesma Regional de Saúde que autorizou o credenciamento dos leitos. Esses funcionários da Regional de Saúde são os mesmos que em 2006 e 2007 fecharam o hospital Siderúrgica”. “O juiz, muito assertivamente, não entrou em denúncias factoides do Ministério Público. O Ministério Público se aproveita de uma teórica denúncia anônima e quer implantar uma liminar sem visitar e sem conhecer a UTI Covid, porque tem medo. Tem medo igual um ‘vereadorzinho’ que veio na porta do hospital fazer vídeo, dizendo que tem irregularidade”, afirmou.
     
    O prefeito ainda completou falando que “é muito fácil aí fora criticar o hospital. Eu quero ver é você estar na pele desse profissional que trabalha aqui, todo dia, enfrentando o Covid-19”.

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