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    Empresária de 54 anos morre após cirurgia plástica em BH

    Polícia abriu investigação para apurar o caso; Fabíola Corrêa da Silva passou por abdominoplastia e lipoaspiração

    Por Plox

    04/08/2022 10h47 - Atualizado há 4 dias

    A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar a morte de uma empresária após uma cirurgia plástica em Belo Horizonte.

    Fabíola Corrêa da Silva, então com 54 anos, realizou os procedimentos de abdominoplastia e lipoaspiração no Hospital Contorno, no bairro Santa Efigênia, região leste da capital mineira, no dia 27 de julho.

     

     

     

    Após aproximadamente 12 horas da conclusão das cirurgias, durante a noite, enfermeiros viram que a empresária estava desacordada e sem oxigenação. Fabíola entrou em coma e, depois, foi transferida para o Hospital Odilon Behrens. Sete dias depois da cirurgia, a mulher teve morte encefálica confirmada. O corpo aguarda necrópsia no IML (Instituto Médico-Legal) de Belo Horizonte.

    Segundo familiares, Fabíola não apresentava problemas de saúde e estava apta para passar pelo procedimento.“Ela nunca teve asma e apneia. O companheiro dela sempre dormiu com ela e nunca relatou isso. Ela também não” disse a sobrinha, Pollyanna Corrêa.

     

    A família questiona o fato do Hospital Contorno ter chamado uma ambulância particular em vez de acionar o Sistema de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e o tempo que ela ficou sem oxigenação no local. A empresária tinha uma rotina de caminhadas e cuidados com a saúde. A sobrinha relata que era um dos sonhos da tia era realizar procedimentos estéticos para ficar mais magra.

     

    Fabíola era uma mulher saudável e ativa

     

    Procurado, o hospital contorno negou que tenha havido demora em socorrer a paciente. Segundo a unidade de saúde, ao ser verificado pelo médico plantonista que Fabíola estava passando mal, imediatamente, ela foi estabilizada pela equipe médica e cirúrgica e encaminhada por uma ambulância UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), com vida, para o Hospital Odilon Behrens.

    O advogado Gustavo Graça Mercadante, que representa a cirurgiã plástica responsável pelo procedimento, reforçou que a profissional é registrada no CRM-MG (Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais) e afirmou que a operação não apresentou nenhuma intercorrência.

    Fonte: https://noticias.r7.com/minas-gerais/empresaria-de-54-anos-morre-apos-cirurgia-plastica-em-bh-03082022
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