PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro ao STF por coação e tentativa de interferência
Nas alegações finais, Paulo Gonet cita constrangimento a ministros e articulação por sanções estrangeiras para pressionar o tribunal.
A cidade de São Paulo registrou 963 roubos de alianças no primeiro trimestre deste ano — o equivalente a 11 casos por dia. Os dados são de um levantamento da TV Globo com base em informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP).
Entre janeiro e março do ano passado, foram 899 ocorrências, alta de 7%. Na comparação com o mesmo período de 2024, quando houve 517 casos, o aumento chega a 86%.
Pedestre é assaltado por falso entregador em São Miguel Paulista, na Zona Leste de São Paulo.
Foto: Reprodução
Segundo o professor de segurança pública da FGV, Rafael Alcadipani, a valorização do ouro tem tornado as alianças mais atraentes para criminosos.
Em momentos de incerteza global como a gente tem vivido por questões econômicas e geopolíticas da guerra do Irã e da Ucrânia, há uma tendência de que o valor do ouro aumente. Com o valor do ouro aumentando, você acaba fazendo com que o ouro passe a ter uma atratividade maior
Rafael Alcadipani
O professor reforça ainda a importância de combater os receptadores e os locais de comércio ilegal, com fiscalização de lojas que compram e vendem ouro e ações para identificar os principais focos de receptação, como forma de reduzir esse tipo de crime.
Procurada, a SSP informou, em nota, que o policiamento foi intensificado em todas as regiões da capital, com foco nos crimes patrimoniais, incluindo roubos de alianças.
Segundo a pasta, no primeiro trimestre, os roubos em geral caíram 14%, enquanto os furtos tiveram redução de 1%.