Brasil pode encarar rival do Grupo F no primeiro mata-mata da Copa do Mundo de 2026

Confronto depende de o Brasil terminar em primeiro ou segundo no Grupo C; Holanda, Japão, Tunísia e Suécia estão no Grupo F, mas o possível adversário só será definido ao fim da fase de grupos.

06/06/2026 às 14:41 por Redação Plox

O Brasil já sabe qual chave precisa acompanhar de perto na Copa do Mundo de 2026. Pelo desenho do mata-mata, uma classificação em primeiro ou segundo lugar no Grupo C pode colocar a seleção brasileira diante de um adversário vindo do Grupo F, formado por Holanda, Japão, Tunísia e Suécia


Grupo F pode cruzar com o Brasil e reúne Holanda, Japão em alta e Suécia perigosa.

Foto: Reprodução/FRAME VÍDEO


A nova Copa, disputada no Canadá, no México e nos Estados Unidos, terá 48 seleções e uma fase eliminatória extra antes das oitavas de final. Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam, além dos oito melhores terceiros. No caso brasileiro, o cruzamento mais direto envolve o líder ou o vice do Grupo F


Holanda chega como principal força da chave

Cabeça de chave, a Holanda entra como favorita natural do grupo. Três vezes finalista de Copa e ainda sem título mundial, a seleção comandada por Ronald Koeman reúne nomes conhecidos do futebol europeu, como Virgil van Dijk, Cody Gakpo, Frenkie de Jong e Nathan Aké. Para o torcedor brasileiro, a atração mais próxima é Memphis Depay, atacante do Corinthians e maior artilheiro da seleção holandesa. 


Holanda chega como principal força da chave.

Foto: Reprodução/FRAME VÍDEO


A equipe tenta transformar regularidade em conquista. No Catar, em 2022, parou nas quartas de final diante da Argentina, que depois levantou a taça. Em 2024, voltou a mostrar força ao chegar à semifinal da Eurocopa. O desafio agora é confirmar o favoritismo em um grupo que combina tradição, velocidade e seleções em crescimento.

Japão mira passo inédito no mata-mata

O Japão chega para sua oitava Copa consecutiva com a ambição de superar uma barreira histórica: passar das oitavas de final. A base segue sob o comando de Hajime Moriyasu, técnico que liderou a seleção japonesa em 2022, quando o time venceu Alemanha e Espanha na fase de grupos antes de cair para a Croácia nos pênaltis. 


Japão mira passo inédito no mata-mata.

Foto: Reprodução/FRAME VÍDEO


Os japoneses também chegam embalados por amistosos de impacto contra seleções fortes, incluindo vitórias recentes sobre Brasil e Inglaterra. Entre os principais nomes estão Wataru Endo e Takefusa Kubo. A baixa mais sentida é Kaoru Mitoma, do Brighton, fora da lista por lesão muscular sofrida em jogo contra o Wolverhampton.

Tunísia busca feito inédito

A Tunísia, conhecida como Águias de Cartago, disputa sua sétima Copa do Mundo e tenta avançar ao mata-mata pela primeira vez. A seleção africana teve campanha consistente nas Eliminatórias e passou por mudança no comando técnico neste ano, com a chegada do francês Sabri Lamouchi após a Copa Africana de Nações


Tunísia busca feito inédito.

Foto: Reprodução/FRAME VÍDEO


Embora apareça como azarã da chave, a Tunísia costuma ser uma adversária fisicamente competitiva e organizada. O objetivo inicial é somar pontos suficientes para brigar, ao menos, por uma vaga entre os melhores terceiros colocados.

Suécia aposta em ataque forte

A Suécia volta à Copa depois de ficar fora da edição de 2022. A classificação veio pela repescagem europeia, em uma campanha que recolocou os suecos no torneio pela 13ª vez. O time é comandado por Graham Potter e tem no setor ofensivo seu ponto mais forte.

Viktor Gyökeres, Alexander Isak e Anthony Elanga formam a principal esperança sueca para equilibrar a chave contra Holanda e Japão. A combinação de força física, transição rápida e presença de área torna a Suécia uma possível ameaça para qualquer seleção que cruze seu caminho no mata-mata. 


Suécia aposta em ataque forte.

Foto: Reprodução/FRAME VÍDEO




A definição de um possível rival do Brasil só virá ao fim da fase de grupos. Até lá, o Grupo F deve ser acompanhado como uma das chaves mais relevantes para a seleção brasileira, justamente por reunir estilos muito diferentes e adversários capazes de mudar o peso do caminho no primeiro mata-mata da Copa.

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