Bomba caseira explode em escola e deixa oito estudantes feridos em Belford Roxo
Artefato teria detonado no pátio após ser manuseado por um aluno; vítimas de 13 a 15 anos foram levadas ao Hospital Municipal e o caso é investigado pela 54ª DP e pela Core
08/05/2026 às 10:31por Redação Plox
08/05/2026 às 10:31
— por Redação Plox
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Uma explosão provocada por uma bomba caseira deixou oito estudantes feridos na manhã de sexta-feira (08), em uma escola no bairro Areia Branca, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.
Explosão ocorreu no pátio e mobilizou equipes de emergência
De acordo com as primeiras informações, o explosivo teria detonado no pátio da unidade escolar após ser manuseado por um dos alunos. O caso mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e policiais militares.
A ocorrência foi registrada dentro da unidade conhecida como “Brizolão”, a escola Ciep 388 Lazar Segall. Após o incidente, o colégio encerrou o expediente e liberou os estudantes. Nas redes sociais, a instituição informou apenas que os alunos seriam liberados às 8h30, sem detalhar a situação.
Escola Ciep 388 Lazar Segall, em Belford Roxo.
Foto: (Reprodução)
Estudantes foram encaminhados ao Hospital Municipal
As vítimas têm entre 13 e 15 anos e receberam os primeiros atendimentos no local. Em seguida, os adolescentes foram levados ao Hospital Municipal de Belford Roxo.
Até o momento, não há detalhes oficiais sobre o estado de saúde dos estudantes feridos. A explosão causou tensão entre alunos, funcionários e familiares que estavam na escola no momento do ocorrido.
Segundo informações do portal g1, a secretária estadual de Educação, Luciana Calaça, determinou que equipes acompanhem a situação no local. Ela acompanha o caso junto à secretaria de Saúde e às polícias Civil e Militar.
Bomba explode em escola.
Foto: (Reprodução)
Polícia apura como o artefato entrou na escola
A Polícia Civil informou que a 54ª DP (Belford Roxo) foi acionada e que diligências são realizadas no local. O Esquadrão Antibomba da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) também foi chamado.
Policiais militares foram enviados para a unidade e acompanham a ocorrência. A investigação deve apurar como o artefato explosivo entrou na escola e quem teria participado da ação.