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    Valadarense procurado pela INTERPOL é preso e extraditado

    De acordo com a Polícia Federal, ele foi condenado em 2005 acusado de cometer homicídio por conta de uma dívida de R$ 15

    Por Plox

    09/07/2021 19h09 - Atualizado há 2 meses

    A Polícia Federal extraditou nesta sexta-feira (9), um valadarense, de 44 anos, procurado pela Interpol e foragido da Justiça mineira. Ele foi condenado a 12 anos pelo crime de homicídio qualificado por conta de uma dívida de R$ 15, em 1998.

    De acordo com a PF, a condenação ocorreu em março de 2005. Desde aquela data, ele encontrava-se foragido. Em maio de 2020, a Vara de Execuções Penais de Governador Valadares, em Minas Gerais, decretou a publicação de difusão vermelha pela Interpol em desfavor do preso.

    Foto: Divulgação Polícia Federal 

     

    Segundo informações, desde a data da condenação, ele tinha fugido para a Itália, onde teria cometido crimes de roubo e homicídio, cumprindo pena no país. O preso desembarcou no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Belo Horizonte, em voo oriundo de Roma, na Itália.

    Seguindo todos os protocolos de cuidados do Ministério da Saúde, a Polícia Federal prossegue com o trabalho.

    Veja também:

    Detento é encontrado morto com ferimento na cabeça no Ceresp em Ipatinga

    Na manhã dessa quinta-feira (8), um detento de 29 anos foi encontrado morto dentro de uma cela de isolamento, no Ceresp, em Ipatinga, no estado de Minas Gerais. Segundo registro no boletim de ocorrência, a vítima tinha sido transferida para reparos na cela em que ficava. O homem teria problemas psiquiátricos.

    Ainda de acordo com o boletim, os policiais penais disseram que foram chamados pelo enfermeiro, que foi quem encontrou o preso sem vida. Em conversas com os policiais militares, o enfermeiro disse que visita as celas de forma rotineira, e que o detento estava deitado e enrolado em um cobertor. O profissional chamou por ele algumas vezes e, como não foi respondido, se aproximou e percebeu que ele não apresentava sinais vitais.

    Ceresp, em Ipatinga. (Foto: reprodução Google Maps)

     

    Em contato telefônico com o perito da Polícia Civil (PC), foi informado aos militares que a vítima possuía uma lesão contundente na parte de trás da cabeça e havia vestígios de sangue em uma das paredes. No entanto, não era possível no momento definir se foram causadas por terceiros ou pelo próprio preso.

    Após os trabalhos de praxe da perícia, e antes da chegada da Polícia Militar no local, o corpo da vítima foi removido pela funerária ao Instituto Médico Legal (IML) de Ipatinga. A polícia abrirá investigação para apurar a causa da morte.


     


     

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