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A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest mostra que 49% dos entrevistados desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 45% dizem aprovar. Os números indicam estabilidade na desaprovação, mas recuo na aprovação em comparação com os meses anteriores.
Presidente Lula
Foto: Agência Brasil
Desaprovação estável, aprovação em queda
Segundo o levantamento, 49% dos eleitores ouvidos afirmam desaprovar o governo Lula. Já 45% declaram aprovar a atual gestão.
Dados citados pela CNN Brasil apontam que a desaprovação permanece em 49% pelo terceiro mês consecutivo. A aprovação, por outro lado, vem recuando: era de 47% em janeiro e de 48% em dezembro.
A pesquisa foi realizada presencialmente com 2.004 eleitores, entre os dias 5 e 9 de fevereiro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00249/2026, de acordo com a reportagem que divulgou os dados.
Os resultados reforçam um ambiente de polarização e evidenciam a dificuldade do governo em ampliar sua base de apoio para além dos segmentos em que tradicionalmente é mais forte. Esse quadro pode ter impacto em diferentes frentes.
Na articulação política no Congresso, a avaliação do governo tende a influenciar o custo político de votações sensíveis, afetando tanto a base aliada quanto a oposição.
Na agenda econômica e social, a queda na aprovação aumenta a pressão por medidas e entregas mais visíveis à população, especialmente em temas percebidos como prioritários pelo eleitorado.
Em relação à disputa eleitoral de 2026, os índices atuais alimentam leituras divergentes: podem ser interpretados como sinal de desgaste ou de resiliência do governo, a depender do recorte analisado e da comparação com outros momentos do mandato.
Um ponto central de atenção é se a aprovação continuará em queda nas próximas rodadas de pesquisas e se a desaprovação deixará o patamar de 49%, que vem se mantendo estável há três meses, segundo a CNN Brasil.
Também será relevante acompanhar a divulgação detalhada dos dados por região, renda, idade e posicionamento político. Esses recortes ajudam a identificar onde o governo perde ou sustenta apoio e podem orientar eventuais ajustes de estratégia e prioridades no Palácio do Planalto.