Quadrigêmeos “mosqueteiros” de Timóteo fazem 66 anos e relembram história em live
Quadrigêmeos Athos, Porthos, Aramis e D’Artagnan nasceram em 10 de junho de 1960, na antiga Acesita, e ficaram marcados como um caso raro no município do Vale do Aço.
A divulgação de áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro não reduziu o apoio do núcleo mais fiel do eleitorado bolsonarista ao pré-candidato à Presidência, segundo avaliação feita pelo diretor da Quaest, Felipe Nunes, durante participação no programa Estúdio i, da GloboNews.
Na análise apresentada no programa, Nunes destacou dados da Quaest que indicam crescimento da firmeza do voto entre eleitores que já declaram preferência por Flávio. Segundo os números exibidos, o percentual dos que dizem ter escolha definitiva para presidente subiu de 60%, em abril, para 70% no levantamento mais recente.
O pesquisador também apontou avanço no apoio à pré-candidatura de Flávio dentro do grupo de eleitores que se identificam como bolsonaristas. Nesse recorte, a adesão ao nome do senador teria passado de 76%, em dezembro de 2025, para 90% em maio, chegando a 92% em junho.
Apesar da leitura sobre resistência no eleitorado bolsonarista, a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente de Flávio Bolsonaro no cenário nacional. No primeiro turno, Lula aparece com 39% das intenções de voto, contra 29% do senador do PL.
Em uma simulação de segundo turno, o levantamento aponta Lula com 44% e Flávio com 38%. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre 5 e 8 de junho, por meio de entrevistas presenciais, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e registro no TSE sob o protocolo BR-07661/2026.
Os áudios citados foram revelados em reportagens do The Intercept Brasil e envolvem tratativas atribuídas a Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, para financiamento de um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Flávio nega irregularidades e afirma que se tratava de busca por patrocínio privado.
O episódio provocou repercussão política e passou a integrar a leitura dos institutos e analistas sobre a corrida presidencial. Na avaliação apresentada por Felipe Nunes, no entanto, o impacto mais visível não teria ocorrido entre os eleitores bolsonaristas, mas em segmentos mais amplos do eleitorado, especialmente entre independentes.