Quadrigêmeos “mosqueteiros” de Timóteo fazem 66 anos e relembram história em live
Quadrigêmeos Athos, Porthos, Aramis e D’Artagnan nasceram em 10 de junho de 1960, na antiga Acesita, e ficaram marcados como um caso raro no município do Vale do Aço.
A delegada Ana Paula Lamego Balbino Nogueira, investigada administrativamente pela Polícia Civil de Minas Gerais após desdobramentos da morte do gari Laudemir Fernandes, teve a licença para tratamento de saúde prorrogada por mais 60 dias. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (11) e passou a valer a partir de 9 de junho.
Polícia Civil prorroga licença médica de delegada ligada a acusado pela morte de gari
Foto: Redes sociais
Com a nova prorrogação, Ana Paula deve permanecer afastada das atividades na corporação até 9 de agosto. Ela é esposa de Renê da Silva Nogueira Junior, réu confesso pela morte de Laudemir Fernandes, ocorrida em agosto de 2025, em Belo Horizonte. Segundo as investigações, o crime foi cometido com uma arma registrada em nome da delegada.
Em abril deste ano, a Corregedoria-Geral da Polícia Civil instaurou um Processo Administrativo Disciplinar para apurar possíveis transgressões disciplinares atribuídas à servidora. Conforme a portaria publicada à época, as condutas investigadas podem levar à aplicação da pena de demissão.
Além da apuração administrativa, a delegada foi indiciada pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, na modalidade de ceder ou emprestar, e por prevaricação. Reportagens sobre o caso apontam que a Justiça determinou o desmembramento do procedimento relacionado à delegada em relação à ação contra Renê.
Laudemir Fernandes foi morto em 11 de agosto de 2025, durante uma discussão de trânsito no bairro Vista Alegre, região Oeste de Belo Horizonte. Na ocasião, um caminhão de coleta de lixo estava parado na via durante o serviço, quando Renê teria exigido a liberação da passagem. Após a discussão, ele atirou contra trabalhadores da limpeza urbana, atingindo o gari, que não resistiu.
Renê foi preso horas depois em uma academia e se tornou réu pelo homicídio. Ele afirmou que pegou a arma da esposa sem consentimento dela. A conduta da delegada segue sob apuração administrativa e judicial, e eventuais responsabilizações dependem do andamento dos processos e das decisões das autoridades competentes.