Empresário é preso na BR-040, em Areal, suspeito de fraudar financiamentos de veículos em Paraíba do Sul
Segundo a Polícia Civil, ele foi localizado em um pedágio e levado para a delegacia de Areal, onde o caso é investigado; apuração aponta uso de fotos e documentos obtidos sem autorização para financiar veículos em nome de terceiros.
11/06/2026 às 09:31por Redação Plox
11/06/2026 às 09:31
— por Redação Plox
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Um empresário de 32 anos foi preso na quarta-feira (10/06) na BR-040, em Areal (RJ), suspeito de participar de um esquema de fraudes em financiamentos de veículos com atuação ligada a Paraíba do Sul. Ele foi localizado em um pedágio e levado para a delegacia do município, onde o caso é investigado.
Empresário é detido na BR-040 suspeito de envolvimento em fraudes em financiamentos de veículos em Paraíba do Sul.
Foto: Divulgação/Polícia Civil
A apuração da Polícia Civil indica
A apuração da Polícia Civil indica que o grupo utilizava fotos e documentos de pessoas obtidos sem autorização — em alguns casos, a partir de cadastros feitos por vítimas em sites de busca de emprego — para viabilizar operações de financiamento em nome de terceiros.
As investigações começaram
As investigações começaram após o setor de segurança de uma instituição financeira identificar uma transação considerada suspeita: o financiamento de um automóvel avaliado em R$ 72 mil, associado a credenciais vinculadas a uma loja de veículos no Centro de Paraíba do Sul. Ao ser procurada, a pessoa apontada como compradora teria negado qualquer solicitação de crédito.
Segundo a Polícia Civil, ao checar a situação com o estabelecimento, os agentes apuraram que as credenciais da loja eram compartilhadas com o empresário investigado. Ainda conforme a corporação, durante contato telefônico feito pelos proprietários com o suspeito, ele teria confirmado ser o responsável pela operação.
Fachada da delegacia de Paraíba do Sul.
Foto: Divulgação
O homem deve responder, em tese
O homem deve responder, em tese, por fraude em financiamento e associação criminosa. A Polícia Civil informou que ele permanece à disposição da Justiça e que a identidade não foi divulgada.
Um inquérito também foi instaurado para apurar a eventual participação de proprietários de outra agência. A investigação segue para identificar outros integrantes do grupo e possíveis colaboradores nas fraudes.