Quadrigêmeos “mosqueteiros” de Timóteo fazem 66 anos e relembram história em live
Quadrigêmeos Athos, Porthos, Aramis e D’Artagnan nasceram em 10 de junho de 1960, na antiga Acesita, e ficaram marcados como um caso raro no município do Vale do Aço.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quarta-feira (10), em Brasília, que um eventual déficit primário em torno de 0,20% do PIB não seria suficiente para provocar uma crise no país. A declaração foi feita durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão, no Palácio Itamaraty.
Lula
Foto: Ricardo Stuckert / PR
No discurso, Lula disse que
“a economia do Brasil está correta”
e criticou avaliações de setores do mercado financeiro sobre as contas públicas. Ao citar a Faria Lima, o presidente afirmou que há uma preocupação exagerada com a possibilidade de déficit de 0,20% ou 0,15% do PIB e comparou o cenário brasileiro com níveis de endividamento de países desenvolvidos, como Estados Unidos, Itália e Japão.
Lula também defendeu que o crescimento econômico seja acompanhado de distribuição de renda. Para o presidente, o avanço do PIB só se traduz em melhora real quando alcança a população mais pobre por meio de políticas públicas nas áreas de educação, saúde, demarcação de terras indígenas e reconhecimento de territórios quilombolas.
O debate ocorre em meio à atenção sobre o cumprimento da meta fiscal deste ano. A Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026 prevê superávit primário de R$ 34,3 bilhões, equivalente a 0,25% do PIB, com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual para cima ou para baixo. Na prática, a meta pode ser considerada cumprida mesmo que o resultado fique no limite inferior da banda.
Dados divulgados pelo Tesouro Nacional mostram que o Governo Central registrou superávit primário de R$ 25,2 bilhões em abril. No acumulado de janeiro a abril, o saldo positivo foi de R$ 8,7 bilhões, enquanto o resultado em 12 meses até abril ficou deficitário em R$ 130,6 bilhões, equivalente a 0,97% do PIB.
A reunião do Conselhão teve como mote “Da soberania nacional ao protagonismo global” e reuniu integrantes do governo, representantes da sociedade civil e do setor produtivo. No mesmo evento, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu a política econômica do governo e afirmou que o Brasil não deve
“abaixar a cabeça” em debates internacionais envolvendo soberania e comércio.