Quadrigêmeos “mosqueteiros” de Timóteo fazem 66 anos e relembram história em live
Quadrigêmeos Athos, Porthos, Aramis e D’Artagnan nasceram em 10 de junho de 1960, na antiga Acesita, e ficaram marcados como um caso raro no município do Vale do Aço.
A ponte metálica retirada de uma área rural de Prados, no Campo das Vertentes (MG), foi negociada e vendida por um homem que morava no imóvel onde a estrutura estava instalada e que, segundo a Polícia Civil, acreditava ser o proprietário do equipamento. O caso é apurado como furto qualificado, e as pessoas envolvidas ainda serão ouvidas oficialmente no inquérito.
Ponte metálica retirada de uma área rural de Prados, no Campo das Vertentes (MG), foi negociada e vendida por um homem que morava no imóvel onde a estrutura estava instalada.
Foto: Reprodução
As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (11/06/2026) pela Polícia Civil de Minas Gerais. Conforme o delegado Rafael Emídio, a retirada da ponte ocorreu em 03/06, por volta do meio-dia. A investigação aponta que o morador teria entendido, de forma equivocada, que a ponte fazia parte da propriedade e, a partir disso, teria acertado a venda da estrutura.
A ponte foi localizada na zona rural de Lima Duarte, na região turística de Ibitipoca, em 10/06, após rastreamento com apoio de imagens de câmeras em rodovias, segundo a Polícia Civil. A distância entre as cidades é de cerca de 180 quilômetros, o que chamou atenção pela logística necessária para o transporte do material.
Documentos entregues aos investigadores indicam que a transação ocorreu com emissão de notas fiscais, incluindo uma de R$ 700 mil e outra de R$ 30 mil, além de autorização para o transporte em data anterior ao registro formal da ocorrência, conforme relato da Polícia Civil. Um intermediador apontado como vendedor de antiguidades ainda não havia sido localizado até a divulgação mais recente do caso.
No local onde a ponte foi encontrada, o empreendimento Ibiti Projeto informou em depoimento que não tinha conhecimento de irregularidade e que foi surpreendido pelos questionamentos sobre a origem da estrutura. Em nota, o grupo afirmou que a compra foi feita de forma regular, com documentação e autorizações exigidas, e disse que está colaborando com as autoridades.
Um ponto central da apuração segue em aberto: a titularidade do bem. A Polícia Civil informou que ainda há dúvida se a ponte já estava incorporada ao patrimônio do município de Prados ou se seria da União, por se tratar de uma estrutura vinculada à antiga Rede Ferroviária Federal. O caso também mobiliza outras frentes de apuração, incluindo investigação sobre eventuais danos ao patrimônio cultural.