Soldado do Exército é preso em Juiz de Fora suspeito de armazenar e compartilhar abuso infantil

Prisão em flagrante ocorreu durante ação da Polícia Federal no bairro Benfica; centenas de arquivos foram encontrados e equipamentos apreendidos para perícia.

11/06/2026 às 10:37 por Redação Plox

Um soldado da ativa do Exército Brasileiro, de 20 anos, foi preso em flagrante nesta quinta-feira (11), em Juiz de Fora, suspeito de armazenar e compartilhar arquivos de abuso sexual infantil.

A prisão foi realizada pela Polícia Federal durante o cumprimento de mandado no bairro Benfica. A identidade do militar não foi divulgada.


Soldado do Exército é preso em Juiz de Fora suspeito de armazenar e compartilhar abuso infantil

Foto: Imagem ilustrativa criada por IA


Investigação apontou compartilhamento em rede social

Segundo a Polícia Federal, as investigações indicam que o suspeito guardava fotos e vídeos envolvendo crianças e também compartilhava esse material em uma rede social.

O militar é lotado em Juiz de Fora e foi localizado durante a operação deflagrada no município.

Durante as buscas na residência, os policiais encontraram centenas de arquivos relacionados ao abuso sexual infantil. Também foram apreendidos um smartphone, um computador e dispositivos de armazenamento, que devem ser encaminhados para análise pericial.

Militar foi levado para a delegacia da PF

Após o flagrante, o soldado foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal em Juiz de Fora, onde a ocorrência foi registrada.

Não foram divulgadas informações sobre audiência de custódia, decisão judicial posterior ou eventual manifestação da defesa.

O g1 informou ter procurado o Exército Brasileiro para comentar o caso, mas ainda aguardava retorno até a publicação da reportagem.

Também não foi informado se a corporação militar adotará medidas administrativas em relação ao soldado preso.

PF faz alerta a pais e responsáveis

A Polícia Federal reforçou a importância de pais e responsáveis acompanharem a rotina de crianças e adolescentes na internet.

A orientação é manter diálogo sobre riscos em redes sociais, jogos on-line e aplicativos de mensagens, além de orientar sobre contatos suspeitos e exposição de imagens.

A corporação também destacou que, embora a legislação brasileira ainda use o termo “pornografia” em alguns dispositivos, a expressão mais adequada é “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por deixar claro que se trata de uma forma de violência contra as vítimas.

O caso segue sob investigação da Polícia Federal.

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