Quadrigêmeos “mosqueteiros” de Timóteo fazem 66 anos e relembram história em live
Quadrigêmeos Athos, Porthos, Aramis e D’Artagnan nasceram em 10 de junho de 1960, na antiga Acesita, e ficaram marcados como um caso raro no município do Vale do Aço.
O Ministério Público Eleitoral ajuizou uma representação contra Wesley Safadão por suposta propaganda eleitoral antecipada durante um show no São João de Campina Grande, na Paraíba. A ação também mira o senador e pré-candidato ao governo do estado, Efraim Filho, e o prefeito Bruno Cunha Lima, por fatos registrados no Parque do Povo em 5 de junho.
MPE aciona Wesley Safadão, Efraim e Bruno por conduta vedada no São João Campina Grande
Foto: Reprodução/Instagram
Segundo o MP Eleitoral, o cantor teria feito, no palco principal do evento, o gesto conhecido como “foguete” e dito ao público:
“o foguete, está aqui o foguete”
A representação sustenta que o símbolo é associado à identidade política de Efraim Filho, que estava presente no show, teria respondido com a mesma simbologia e depois divulgado registros do episódio nas redes sociais.
Na avaliação do Ministério Público, a manifestação não deve ser analisada de forma isolada. O órgão afirma que o São João de Campina Grande teve grande visibilidade pública e contou com estrutura e apoio institucional de entes públicos, o que exigiria neutralidade administrativa durante as apresentações.
A representação também aponta possível conduta vedada a agente público. No caso do prefeito Bruno Cunha Lima, o MP Eleitoral afirma que a responsabilidade pela fiscalização das regras eleitorais durante a festa deve ser examinada pela Justiça Eleitoral.
O MP Eleitoral pediu medida cautelar para retirada imediata de publicações relacionadas ao episódio nas redes sociais e preservação dos dados pelas plataformas digitais. Também solicitou que os representados sejam impedidos de usar estruturas custeadas pelo poder público para promoção de pré-candidaturas.
A ação requer multa de R$ 25 mil contra Wesley Safadão, Efraim Filho e Bruno Cunha Lima por suposta propaganda eleitoral antecipada. Em relação ao senador e ao prefeito, o órgão também pede aplicação das sanções previstas para casos de conduta vedada a agente público. O processo tramita na Justiça Eleitoral sob o número 0600091-10.2026.6.15.0000.
O Jornal da Paraíba informou que a Prefeitura de Campina Grande declarou que só vai se manifestar após ser notificada oficialmente. Ainda segundo a reportagem, as assessorias de Efraim Filho e Wesley Safadão não haviam se posicionado até a publicação do texto.