Quadrigêmeos “mosqueteiros” de Timóteo fazem 66 anos e relembram história em live
Quadrigêmeos Athos, Porthos, Aramis e D’Artagnan nasceram em 10 de junho de 1960, na antiga Acesita, e ficaram marcados como um caso raro no município do Vale do Aço.
As vendas no comércio varejista brasileiro registraram um crescimento de 3,8% de dezembro para janeiro, a maior variação para o mês desde o início da série histórica em 2000. Comparado a janeiro de 2022, o aumento foi de 2,6%, marcando o sexto mês consecutivo de crescimento nesse tipo de comparação. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta foi de 1,3%.
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC). Esta é a primeira divulgação da nova série da pesquisa, que passou por atualizações na seleção da amostra de empresas, ajustes nos pesos dos produtos e das atividades e alterações metodológicas, para acompanhar as mudanças econômicas da sociedade.

O crescimento registrado em janeiro é o maior para qualquer mês desde julho de 2021, quando houve uma alta de 3,9%. Cristiano Santos, gerente da pesquisa, destacou que, embora cada mês tenha suas peculiaridades no setor, desde setembro (1,1%) o volume de vendas no varejo não registrava alta.
Sete das oito atividades pesquisadas apresentaram crescimento em janeiro, com destaque para o setor de tecidos, vestuário e calçados, que teve um aumento de 27,9% após quatro meses de queda. Outro grupo que influenciou o resultado do varejo nacional foi o de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com um aumento de 2,3% após dois meses de diminuição no volume de vendas.
O único setor que registrou queda nas vendas em janeiro foi o de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, com uma redução de 1,2%. Segundo o pesquisador, esse movimento foi fortemente influenciado pela queda em cosméticos e perfumaria, enquanto os artigos médicos e farmacêuticos tendem a ter uma trajetória mais estável.