Lula lança Brasil Contra o Crime Organizado com pacote de R$ 11 bilhões; ministério depende de PEC
Plano prevê R$ 1 bilhão do Orçamento e R$ 10 bilhões em crédito do BNDES para estados, condicionado à adesão e contratação.
A Justiça de Minas Gerais decidiu não dar andamento à queixa apresentada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) contra Pedro Rousseff (PT), vereador de Belo Horizonte e sobrinho da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
Na ação, o parlamentar afirmava que o petista teria cometido ameaça e incitação ao crime.
Nikolas Ferreira e Pedro Rousseff Fotos: Ricardo Stuckert | Zeca
Foto: Ribeiro/Câmara dos Deputados
O caso teve origem no final de 2024, quando Pedro Rousseff comentou sua postura na política e citou um episódio da disputa eleitoral em São Paulo.
Na ocasião, o então candidato à Prefeitura da capital, Paulo José Luiz Datena (PSDB), agrediu o adversário Pablo Marçal (PRTB).
– Gritaria e briga, de jeito nenhum. Mas, se precisar dar umas cadeiradas, com certeza, porque eles só aprendem assim. Só quando aparece alguém firme e corajoso contra eles é que mudam. O Pablo Marçal só parou de crescer quando levou uma cadeirada na cabeça para mostrar que não é tão homem assim. O mesmo vale para Nikolas e os fantoches dele – disse o petista.
Mesmo com a rejeição desse processo, Pedro Rousseff virou réu em uma outra ação também movida por Nikolas.
Nesse segundo caso, a iniciativa foi motivada por declarações atribuídas ao vereador, segundo as quais ele teria acusado o deputado, sem apresentar provas, de enviar emendas de maneira irregular ao município de Nova Serrana.