Lula lança Brasil Contra o Crime Organizado com pacote de R$ 11 bilhões; ministério depende de PEC
Plano prevê R$ 1 bilhão do Orçamento e R$ 10 bilhões em crédito do BNDES para estados, condicionado à adesão e contratação.
Brasil e União Europeia abrem, nesta quarta-feira (13), uma nova rodada de conversas para tentar derrubar as restrições impostas pelo bloco às exportações brasileiras de carne e de outros produtos de origem animal. O movimento ocorre depois de a UE ter retirado o país da lista de nações habilitadas a vender determinados itens ao mercado europeu.
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Foto: Pixabay
Representantes do governo brasileiro participam de encontros tanto na capital federal quanto na sede europeia, em Bruxelas, com o objetivo de discutir a decisão e buscar uma saída pela via diplomática. Entre os participantes está Luis Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, que integra a delegação brasileira ao lado de representantes da União Europeia.
De acordo com o que foi apontado por autoridades europeias, a restrição anunciada está ligada às regras sanitárias do bloco, especialmente às exigências sobre o uso de antimicrobianos na pecuária. A UE sustenta que o Brasil ainda não teria apresentado garantias consideradas suficientes de aderência ao conjunto de normas adotado no continente.
O governo brasileiro afirma que mantém tratativas técnicas com os europeus desde 2023 e reforça a qualidade da produção nacional. Também destaca que o país exporta proteína animal para mais de 160 mercados internacionais.
A agenda desta quarta-feira (13) marca o início formal do esforço para convencer o bloco de que os protocolos brasileiros de fiscalização são equivalentes — ou até superiores — aos previstos na nova regulamentação europeia. Enquanto as conversas avançam, a indústria segue com o cronograma de embarques e acompanha o desfecho das negociações, que devem influenciar os rumos da balança comercial com a União Europeia a partir de 2026.