Mulher quebra cerca de 50 garrafas em supermercado e é levada para atendimento em Teófilo Otoni

PM foi acionada para apoiar o Samu; imagens mostram a cliente indo ao setor de bebidas antes dos danos na adega.

14/05/2026 às 04:20 por Redação Plox

Uma mulher de 40 anos precisou ser encaminhada para atendimento médico depois de provocar danos na adega de um supermercado no Centro de Teófilo Otoni (MG), onde quebrou cerca de 50 garrafas. A ocorrência foi registrada na tarde de terça-feira (12) em uma unidade situada na avenida Dr. Luís Boali Pôrto Salman, conforme informou a Polícia Militar em informações divulgadas pelo Metrópoles e pelo Estado de Minas.

Câmeras registram o fato

Câmeras registram o fato

Foto: Redes sociais

Segundo o boletim policial, a PM foi chamada para apoiar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Quando os militares chegaram ao supermercado, a mulher já estava sendo atendida pela equipe de socorro.


Vídeo: Redes sociais

Várias garrafas foram quebradas

Câmeras registraram entrada e deslocamento até o setor de bebidas

Imagens do circuito interno de segurança indicaram que a cliente entrou no estabelecimento por volta das 15h09 e, em seguida, foi diretamente para a área de bebidas.

Ainda de acordo com a Polícia Militar, ela passou a quebrar garrafas de vinho e outras bebidas alcoólicas, além de danificar a estrutura da adega. Durante o episódio, seguranças e consumidores ajudaram a contê-la até a chegada do Samu e da PM.

Prejuízo ainda seria calculado, e mulher foi levada à UPA

O gerente do supermercado informou que o valor total dos estragos ainda seria levantado. Após o atendimento inicial no local, a mulher foi levada pelo Samu para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde permaneceu sob cuidados médicos.

Família foi localizada em Governador Valadares

Conforme a PM, os militares conseguiram contato com familiares. A mãe da paciente, que mora em Governador Valadares, disse que a filha enfrenta problemas psiquiátricos e que não havia parentes em Teófilo Otoni.

Parentes se deslocariam até a cidade para acompanhar a situação. Até a publicação das informações consultadas, não havia confirmação sobre o valor do prejuízo nem registro de outros desdobramentos envolvendo o estabelecimento ou a paciente.

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