Datafolha: reprovação ao governo Lula alcança 39%, aprovação fica em 30%
Pesquisa ouviu 2.004 pessoas em maio e indica estabilidade em relação a abril; 29% avaliam como regular.
A baleia-jubarte que mobilizou uma operação de resgate na costa da Alemanha foi encontrada morta perto da ilha dinamarquesa de Anholt, no estreito de Kattegat, entre a Dinamarca e a Suécia. Autoridades dinamarquesas confirmaram que se trata do mesmo animal que havia ficado conhecido como “Timmy” pela imprensa alemã, após encalhes sucessivos no Mar Báltico.
Autoridades e população tentaram salvar o animal
Foto: Redes sociais
A identificação foi feita depois que um funcionário da Agência Dinamarquesa de Natureza localizou e recolheu o rastreador que ainda estava preso ao corpo do animal. Segundo a Agência Dinamarquesa de Proteção Ambiental, a posição e a aparência do equipamento confirmaram que a baleia era a mesma observada e manejada anteriormente em águas alemãs.
O caso vinha sendo acompanhado desde 3 de março, quando a jubarte foi vista perto da costa alemã do Mar Báltico, longe de seu habitat natural no Atlântico. Nas semanas seguintes, o animal voltou a encalhar em áreas rasas, especialmente na região de Wismar e da ilha de Poel, o que levou a tentativas de orientação e resgate.
No fim de abril, uma iniciativa privada iniciou uma operação para retirar a baleia da área rasa e transportá-la em uma balsa com água em direção ao Mar do Norte. O animal deixou a estrutura no início de maio, mas o desfecho reacendeu o debate entre defensores da ação e especialistas que já alertavam para o estado debilitado da jubarte.
Antes da remoção, especialistas do Museu Oceanográfico Alemão haviam afirmado que as chances de sucesso eram muito pequenas, citando o mau estado de saúde do animal, risco de ferimentos e estresse durante o transporte. A causa da morte ainda não foi determinada oficialmente.
As autoridades dinamarquesas informaram que, por enquanto, não há plano concreto para remover o corpo ou realizar necropsia. A orientação é que a população não se aproxime da carcaça, por risco sanitário e pela imprevisibilidade do processo de decomposição.