Hamas confirma morte de Izz al-Din al-Haddad em ataque israelense na Cidade de Gaza

Segundo a Reuters, ele foi velado em funeral conjunto com a esposa e a filha de 19 anos, no centro de Gaza.

17/05/2026 às 08:55 por Redação Plox

O Hamas confirmou neste sábado (16) a morte de Izz al-Din al-Haddad, chefe do braço armado do grupo na Faixa de Gaza, atingido por um ataque israelense na Cidade de Gaza na sexta-feira (15). A confirmação ocorreu após as Forças de Defesa de Israel afirmarem que haviam realizado uma ação aérea contra o comandante.

Segundo a Reuters

Segundo a Reuters, o comunicado do Hamas informou que al-Haddad morreu junto com a esposa e a filha, de 19 anos. O grupo descreveu o comandante como uma figura central na condução de operações de combate. Os três foram velados em um funeral conjunto realizado no sábado, na Mesquita dos Mártires de Al-Aqsa, no centro de Gaza.

Israel afirmou

Israel afirmou que o ataque foi

“preciso”
e apontou al-Haddad como um dos arquitetos dos ataques de 7 de outubro de 2023. De acordo com o Exército israelense, ele havia assumido papel de comando após a morte de Mohammad Sinwar, em maio de 2025, e atuava na tentativa de reconstruir capacidades militares do Hamas.

Al-Haddad, nascido em 1970

Al-Haddad, nascido em 1970, era conhecido pelo apelido de “O Fantasma” e estava entre os comandantes mais antigos do Hamas. Fontes do próprio grupo citadas pela Reuters afirmaram que ele já havia sobrevivido a outras tentativas de assassinato atribuídas a Israel.

A morte é considerada

A morte é considerada a baixa de maior escalão do Hamas desde o cessar-fogo apoiado pelos Estados Unidos em outubro. Apesar do acordo, Israel manteve ataques na Faixa de Gaza, enquanto as negociações indiretas para um plano pós-guerra seguem sem avanço.

No domingo (17)

No domingo (17), novos ataques israelenses deixaram ao menos quatro palestinos mortos em Gaza, segundo autoridades de saúde locais ouvidas pela Reuters. O Exército israelense afirmou, em um dos casos, ter atingido um militante que representava ameaça imediata a suas forças; sobre outro ataque, perto do Hospital Al-Aqsa, não havia comentário imediato dos militares.

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