Datafolha aponta Lula e Flávio Bolsonaro empatados em simulação nacional de 2º turno
Pesquisa registra 45% para cada um; 9% dizem votar em branco, nulo ou em nenhum dos dois e 1% não respondeu.
O policial civil Felipe Marques Monteiro, de 45 anos, morreu neste domingo (17), no Rio de Janeiro, após mais de um ano de tratamento desde que foi baleado durante uma operação na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste da capital fluminense. Ele atuava em um helicóptero da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil quando a aeronave foi atingida por disparos em março de 2025.
Após o ataque, Felipe foi socorrido em estado gravíssimo e passou por um longo período de internação
Foto: Redes sociais
A morte foi confirmada pela família nas redes sociais do policial e lamentada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. Em nota, o governo informou que Felipe havia sido ferido durante uma ação da Polícia Civil na Vila Aliança, quando o helicóptero em que ele atuava como copiloto foi alvo de tiros de criminosos armados com fuzis.
Após o ataque, Felipe foi socorrido em estado gravíssimo e passou por um longo período de internação. Em dezembro, depois de meses no Hospital São Lucas Copacabana, ele recebeu alta hospitalar para iniciar uma etapa de reabilitação, mas voltou a enfrentar complicações no quadro clínico nas últimas semanas.
Segundo informações divulgadas pela família, o policial teve agravamento de uma infecção após complicações de uma cirurgia de prótese craniana realizada em abril. Nos dias anteriores à morte, ele precisou de medicações mais fortes e de novo tratamento com antibióticos.
O ataque ocorreu em 20 de março de 2025, durante uma operação na Vila Aliança. De acordo com informações oficiais divulgadas à época, a ação mirava criminosos envolvidos em roubos de vans na Zona Oeste do Rio. A Polícia Civil informou que a aeronave da Core foi alvejada durante o sobrevoo da comunidade.
A morte de Felipe provocou manifestações de pesar entre familiares, colegas de corporação e autoridades da segurança pública do Rio. O caso segue ligado às investigações sobre os responsáveis pelos disparos contra a aeronave durante a operação.